ALÉM DO JARDIM

 

"...Quando não sabes mais como ir adiante, deixa que as plantas te mostrem o caminho. Aprende a linguagem das flores. Todos os habitantes da Terra são capazes de entender a linguagem das flores, pois seu mestre é o Espírito Solar que fala a cada coração humano..."   Albert Steffen
 
INDICE

O REINO VEGETAL

A ATUAÇÃO DOS RAIOS CÓSMICOS NO REINO VEGETAL

AS FLORES
O QUE SÃO ESSÊNCIAS FLORAIS

COMO SÃO PREPARADAS AS ESSÊNCIAS FLORAIS

A TERAPIA FLORAL E A JORNADA DA ALMA

O LEGADO DO DR. EDWARD BACH

A AÇÃO BIOENERGETICA DOS FLORAIS

A UTILIZAÇÃO E A PRESCRIÇÃO DAS ESSENCIAS FLORAIS

FLORAIS E HOMEOPATIA

FLORAIS E ÓLEOS ESSENCIAIS

FLORAIS E REMEDIOS FITOTERÁPICOS

DEPOIS QUE O DR BACH SE FOI

O CAMINHO DAS FLORES: Dos Florais de Bach aos Florais do Mundo

SISTEMAS FLORAIS INTERNACIONAIS

SISTEMAS FLORAIS NACIONAIS

O USO CURATIVO DAS PLANTAS ATRAVÉS DA HISTÓRIA

BIBLIOGRAFIA

 

 

O REINO VEGETAL
O Reino Vegetal sempre serviu ao Reino Humano fornecendo alimento, proteção e cura. Podemos dizer que ele conseguiu atingir um estágio mais evoluído que os outros reinos em nosso planeta, pois responde incondicionalmente ao propósito da Divindade, que é a Perfeição do Universo.
O Reino Vegetal extrai a força vital do Sol, da Terra e da Água. Em termos físicos, uma das suas principais funções é o de transmitir e transformar o Prana para todas as formas de vida.
Em termos transfisicos, o propósito desse Reino é a transmutação de energias mais densas, facilitando o processo de harmonização entre matéria e essência.
No plano físico, durante a noite, as plantas respiram absorvendo oxigênio e expiram desprendendo gás carbônico. Durante o dia, além do efeito da fotossíntese, predominam os efeitos de transmutação e purificação do ar, É quando as plantas absorvem o gás carbônico e desprendem o oxigênio. Nesse reino (vegetal), nos níveis sutis, dá-se o mesmo processo de transmutação e limpeza, só que das energias negativas que pairam no planeta, que são destilações mentais de pensamentos e palavras destrutivas e negativas emitidas pela humanidade (...) Muitas plantas venenosas prestam um importante trabalho de transmutação e limpeza energética ao planeta. Sua função e a da limpeza de energias extremamente densas que pairam na atmosfera do planeta”.
“Sem a existência do reino vegetal, a humanidade enlouqueceria e deixaria de existir, envolvida e asfixiada pelas suas próprias destilações energéticas suprafísicas mentais e emocionais tóxicas”.

(Margonari in O doze Raios Divinos Ed.Florais S Germain)
PRANA - A palavra Prana é derivada do sânscrito “Pra” e de “An” (respirar, viver). Etimologicamente significa “Sopro Vital” - o principio vital que interpenetra e nutre a todas as coisas do Universo.

 

 
 
 
A ATUAÇÃO DOS RAIOS CÓSMICOS NO REINO VEGETAL





Os Raios Cósmicos são Expressões Criativas Divinas e atuam sobre a evolução de todos os Reinos do Universo.
Têm a propriedade de compor toda a matéria manifestada, e também a propriedade de penetrar na matéria já existente, para estimulá-la à elevação do seu padrão vibratório, transformando-a.
Em nosso planeta somente dois raios atuam nos reinos humano, mineral e animal. No Reino Vegetal existe a atuação de três raios cósmicos.
Os raios cósmicos responsáveis pela construção do Reino Vegetal são:
O Segundo Raio (dourado), o Quarto Raio (Branco) e o Sexto Raio (Rubi)

"A síntese da vida manifesta-se em toda a sua glória, no reino vegetal, através do Segundo Raio AMOR-SABEDORIA. A atração magnética deste raio atua no sentido da beleza, da distribuição, da cor, da forma e do perfume".

(Alice Bailey – Psicologia Esotérica – Um tratado sobre os Sete Raios)

O Segundo Raio – O Raio do Amor e da Sabedoria - personifica o amor puro. Infunde em todas as formas a qualidade do amor, conjuntamente com a manifestação mais materialista do desejo, constituindo o principio atrativo da natureza, ou a Lei da Atração. É o mais poderoso dos sete raios, porque pertence ao mesmo raio cósmico da Deidade Solar. Expressa a si mesmo, principalmente através do planeta Júpiter, o qual constitui o seu corpo de manifestação.
O segundo raio encontra-se particularmente ativo no reino vegetal; produz entre outras coisas a atração magnética das flores. Perfume e irradiação se relacionam, e são expressões que emanam dos efeitos produzidos pelos raios ao atuar sobre os diversos agrupamentos de substancias materiais.
O Quarto Raio é o Raio da Harmonia, Beleza e Arte. Sua principal função consiste em criar a Beleza (como expressão da verdade) mediante a livre interação da vida e da forma, baseada nas regras da beleza conforme o plano inicial da criação, tal como existe na mente do Logos Solar. A emanação desse Raio Cósmico produz uma combinação de sons e cores.
O Quarto Raio no reino Vegetal é o que mantém a pureza e a perfeição do Plano Divino da Criação, através da síntese dos seus atributos conjuntamente com a harmonia da cor.
O Quarto Raio trabalha a Harmonia. O reino vegetal é um reino em harmonia. Através da ligação com esse reino, nos purificamos e harmonizamos nossos corpos físicos e suprafísicos.

O Sexto Raio– O Raio da Devoção e do Idealismo. A força do Sexto Raio, junto com o Segundo Raio, constituem a expressão vital da natureza divina. No reino vegetal determina a família, a aparência, a força, o porte e a natureza das plantas.
O efeito da ação conjunto desses três raios no reino vegetal resulta no perfume e no poder de cura desse reino.

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:

Bailey, Alice - Psicologia Esotérica – Um Tratado sobre os Sete Raios.Fundação Cultural Avatar
Margonari, Neide -
O doze Raios Divinos - Ed. Florais S Germain.

DEIDADE SOLAR - O Sol que brilha além de todos os sóis.
 
 
 
 
AS FLORES

"...Outubro. Tarde ensolarada de Primavera..
Os raios de sol brincam por entre as folhas da vegetação exuberante.
Sigo pela tarde, observando as flores. Pequenas jóias de luz, incrustadas no corpo de Gaia.
Com suas formas harmoniosas, geometricamente perfeitas, elas absorvem e traduzem a LUZ MAIOR, devolvendo-a ao mundo em forma de cor e perfume".

Irene Carmo Pimenta

 

Da mesma forma que acontece com os seres humanos, o processo evolutivo das plantas durante a sua existência é também um aprendizado, onde elas buscam harmonizar-se com as leis que regem o universo.

As flores são a área de maior concentração de energia vital nas plantas. Elas representam o estágio mais avançado da alma vegetal. O momentum de perpetuação e da evolução da espécie. Com suas formas perfeitas e harmoniosas, suas cores e seu perfume as flores sempre causaram uma profunda impressão nos seres humanos.

Goethe* afirma em seu Tratado Das Cores que a flor é mais perfeita manifestação do mundo vegetal. Através dos seus escritos (Teoria da Metamorfose das Plantas e o Tratado das Cores), publicados no final do séc.XVIII, Goethe nos fez perceber que o crescimento de um vegetal reproduz simbolicamente o processo que a humanidade teve que atravessar em sua evolução, desde que saiu do “paraíso” (como centelha divina a percorrer os diversos mundos). As cores manifestadas pelas flores atestam que os vegetais já atravessaram o seu Kali-yuga** e estão atingindo estágios mais evoluídos – sugerindo um retorno a Luz primordial.

GOETHE - Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) foi um escritor alemão, além de cientista e filósofo. Como escritor, Goethe foi uma das mais importantes figuras da literatura alemã e do Romantismo europeu, nos finais do século XVIII e inícios do século XIX.

KALI-YUGA – Kali, do sanscrito, significa conflito, ferro. Yuga, significa idade, era cósmica. Kali-yuga é a era dos conflitos. Momento atual da Humanidade.
Para os hindus kali-yuga é um dos ciclos (eras) completo de nascimento, vida e destruição do Universo. As eras são quatro: krita (de ouro), treta (de prata), dwápara (de bronze) e kali (de ferro). No final destes quatro ciclos acontece o mahapralaya, a destruição final do Universo
 
 
 
 
O QUE SÃO ESSENCIAS FLORAIS



As essências florais são uma quinta essência alquímica, facilitando o diálogo entre a alma humana e alma da natureza. São um presente de amor do reino vegetal para apoiar os seres humanos na sua jornada de transformação e evolução.
Podemos considerar as essências florais como remédios vibracionais. Embora as plantas das quais são extraídas possuam em sua estrutura princípios fitoterápicos ativos, muitos deles amplamente conhecidos, esses princípios não são encontrados nas essências.
As essências florais contêm os “padrões energéticos” da planta – mas precisamente das flores - que são transferidos para a água através da energia do sol (método solar) ou no caso de algumas espécies de flores, através da energia do fogo (método "boiling").
A ação dos florais não se dá por uma intervenção física ou química direta em nosso corpo físico e sim por uma ação bioenergética. As essências florais atuam através dos vários campos de energias sutis, os quais por sua vez influenciam o bem-estar mental, emocional e físico. Leia mais em A Ação Bioenergética Dos Florais.

A ação das essências florais pode ser comparada aos efeitos que experimentamos ao ouvir uma peça musical particularmente emocionante ou ao contemplar uma inspirada obra de arte. As ondas luminosas ou sonoras que chegam aos nossos sentidos podem evocar sentimentos profundos em nossa alma, os quais indiretamente afetam nossa respiração, ritmo da pulsação e outros estados físicos. Esses padrões não nos causam impacto pela intervenção física ou química direta em nosso corpo. Ao contrário, é o contorno e o arranjo da luz ou do som que despertam em nossa alma uma experiência semelhante àquela que nasceu dentro da alma do criador da forma musical ou artística.
Esse é o fenômeno da ressonância, tal como acontece quando uma corda de guitarra soa ao ser entoada uma nota correspondente. De modo similar, a estrutura e a forma específicas das forças vitais transmitidas por cada essência floral fazem ressoar, e despertam, qualidades particulares na alma humana.
Outro exemplo que pode ser útil para entendermos a ressonância vibracional das essências florais provém da holografia. Uma fotografia holográfica consiste em padrões de interferência de ondas luminosas, e qualquer parte deles contém informações sobre o todo e pode ser usada para recriar a imagem tridimensional original.
Assim, podemos descrever a água que contém as flores como sendo a receptora de uma espécie de impressão holográfica das qualidades essenciais da planta. Cada gota dessa água contém a configuração completa do arquétipo da planta. Ao diluirmos a essência floral, atenuamos a substância física da infusão de modo que ela deixa de ser bioquimicamente significativa. Entretanto, toda a "mensagem" etérica da essência da planta permanece nas poucas gotas, altamente diluídas, que introduzimos em nosso corpo.

SOBRE O USO CURATIVO DAS FLORES

Embora a aplicação das essências florais tenha sido introduzida no século passado pelo médico e pesquisador inglês Dr. Edward Bach mais precisamente na década de 30, a utilização das flores com propósitos medicinais é muito antiga.
Textos de algumas escolas esotéricas (Teosófica e Antroposófica), abordam com detalhes o uso de essências extraídas das flores por antigas civilizações como a Atlântida e a Lemuria. Registros do uso curativo das flores também são encontrados em diversas culturas, principalmente na egípcia. Leia mais em "O Uso Curativo das Planta..."

As propriedades curativas das gotas de orvalho sobre determinadas plantas eram conhecidas por druidas, alquimistas, sacerdotes-curadores, por xamãs e curandeiros indígenas, há muitos séculos. A partir das suas pesquisas o Dr Bach resgatou parte desse antigo conhecimento a respeito das propriedades curativas das flores. Ele pesquisou e catalogou 38 tipos de flores silvestres – criando o primeiro sistema de essências florais:Os Florais de Bach do Sistema Inglês.

NOTAS
VIBRAÇÃO - Quando falamos em vibração, estamos usando simplesmente um sinônimo de freqüência. A matéria que vibra numa freqüência muito lenta é chamada de matéria física. Aquela que vibra em velocidades maiores que a luz é chamada de matéria sutil. A matéria sutil é tão real quanto a matéria densa: sua taxa vibratória é simplesmente mais rápida. No inicio do século XX, quando Einstein apresentou ao mundo a sua equação E=mc2, ele provou aos cientistas que energia e matéria são duas manifestações diferentes da mesma energia universal.
SISTEMA BIOENERGÉTICO - Não se trata de um conceito meramente esotérico a constatação de que campos energéticos permeiam e afetam a matéria. Esse conceito – além de já ser conhecido pelos chineses e hindus há milênios - tem sido um princípio fundamental da teoria da Física há mais de um século.
Dentro desse conceito, admite–se a existência de camadas energéticas, que chamamos de aura, de centros de forças chamados chacras, canais por onde flui a energia, denominados nádis, além de meridianos e pontos de acupuntura. Leia mais em sobre ANATOMIA SUTIL em Toques Vibracionais.
 
 

 
 
COMO SÃO PREPARADAS AS ESSENCIAS FLORAIS

Em geral, as essências florais são preparadas a partir de uma infusão solar de flores silvestres ou flores intactas de jardim em um recipiente com água, que é posteriormente diluída, potencializada e conservada em conhaque. A preparação com qualidade requer uma cuidadosa atenção à pureza do ambiente, à vibração e potência das flores, às condições celestes e meteorológicas, e um estudo sensível das propriedades físicas e energéticas da planta ao longo dos seus ciclos de crescimento.

Preparação do Floral Clematis (metodo solar)


PREPARAÇÃO PELO METODO SOLAR

Coloca-se as pétalas das flores cobrindo a superfície de uma cuba de cristal, cheia de água mineral pura da fonte. As flores devem ser colhidas com as gotas de orvalho na aurroa do amanhecer e ficar em exposição ao sol por três horas. As flores devem ser colhidas na época em que estão no auge da floração, em dia claro e ensolarado. A água energizada é filtrada e misturada com brandy (que atua como conservante) na proporção de 50%. A esta diluição de 50% damos o nome de tintura mãe.

METODO DE FERVURA (Boiling)

Coloca-se as pétalas de flores, com folhas e alguns pedaços de ramos, em uma panela de inox, ágata ou vidro temperado com cerca de ¾ de água mineral pura da fonte. Não pode ser utilizado nenhum material que, ao ferver, libere ferro, alumínio ou outras substancias.
Este conteúdo é fervido por um período de mais ou menos 30 minutos. Depois da fervura, o conteúdo é filtrado e misturado com brandy na proporção de 50 %, da mesma forma que no método solar.

 

 
 
A TERAPIA FLORAL E A JORNADA DA ALMA

De uma maneira simbólica, as essências florais são “a experiência” da planta em sua jornada evolutiva, e nos crescemos em percepção e consciência quando fazemos uso delas.

O Dr. Edward Bach, criador da terapia floral reavaliou os conceitos de doença e cura, e foi o pioneiro na compreensão da relação das emoções com a saúde do corpo e da psique. Isso ocorreu várias décadas antes que a maioria dos médicos contemporâneos começasse a se interessar pelo tema. Segundo ele, a doença (ou o desequilíbrio) surge quando perdemos a conexão com a nossa alma. Com nosso verdadeiro propósito de vida.

Como Bach explicou em sua obra Heal Thyself (Cura-te a ti mesmo), a doença é uma mensagem para mudarmos. Uma oportunidade para tomarmos consciência das nossas imperfeições e para aprendermos as lições da vida, de modo a podermos cumprir melhor nosso verdadeiro destino. No âmago de toda a doença está o conflito entre o Eu Superior e a Personalidade e nunca será erradicada sem que haja um grande esforço mental e espiritual no sentido do nosso autoconhecimento e da nossa evolução.

Segundo suas próprias palavras:

“... toda a alma encarnada está aqui com o propósito especifico de ganhar experiência, compreensão e aprimoramento (...) a menos que essa missão seja cumprida, ainda que de forma inconsciente, haverá inevitavelmente um conflito entre a alma e a personalidade do individuo, acarretando doenças físicas...”.

“O sentimento do medo, através do seu efeito depressor sobre a atividade mental, provoca desarmonia nos nossos corpos físico e magnético e abre caminho para a invasão bacteriana. A verdadeira causa da doença está na nossa personalidade...”.

"As verdadeiras doenças básicas do ser hum0ano são defeitos tais como o orgulho, a crueldade, o ódio, o egoísmo, a ignorância, a indecisão e a avidez".
Bach utilizou os remédios florais não apenas para tratar reações emocionais às doenças como também os temperamentos que favorecem o surgimento de patologias celulares no corpo físico.

Os florais, portanto, não são apenas “gotinhas mágicas” ou “anestésicos emocionais”. Ao contrário. As essências florais agem como catalisadores de uma percepção mais consciente e transformadora das causas dos nossos conflitos. Harmonizam estados mentais, emocionais, energéticos e conseqüentemente físicos que estejam em desequilíbrio.
São tonificantes das nossas forças anímicas, permitindo-nos aprender e crescer com os desafios da vida. Elas nos convidam a uma jornada de cura, e podem ser nossas aliadas e guias ao longo do caminho. As essências não pretendem eliminar sem dor os nossos problemas, nem oferecer gratificação instantânea. Tal expectativa leva inevitavelmente à impaciência, desilusão, passividade ou desapontamento. E, o que é mais importante, resulta na falta de disponibilidade da pessoa em se tornar um participante ativo no seu próprio processo de cura.
Como catalisadores internos, as essências florais estimulam nossa capacidade de responder, ou de assumir a responsabilidade pelo nosso crescimento, pois aprofundam a percepção consciente de nossos sentimentos, de nossas atitudes subjacentes e de nosso Eu espiritual.

Além de nos conectar com específicas energias curadoras de determinadas flores, as essências evocam o Manto Curador da Mãe Terra, da Natureza como um ser vivo. Vivenciaremos então como a Natureza pode nos nutrir e proteger, e como nossa própria cura é inseparável do respeito e cuidado que temos pelo ser Terra. Desse modo, a alma individual encontra uma conexão com a Anima Mundis, a alma do mundo, a alma da Natureza.
Quando a terapia floral é conduzida até seu pleno desenvolvimento, o Eu Espiritual torna-se o princípio organizador central na vida da alma. Assim como o Sol irradia sua luz nas muitas dimensões da vida anímica, a percepção consciente do Eu dá contexto e significado aos outros níveis do desenvolvimento anímico, os quais abrangem as nossas emoções, a relação com o corpo, a sintonia com a Natureza, a vocação e propósito na vida, bem como a vida interior, o desenvolvimento da criatividade, os relacionamentos pessoais e a Lei de Causa e Efeito que nos rege.

Então chegamos à percepção de que o despertar do centro espiritual dentro de nós, bem como sua expressão em todos os aspectos da nossa vida, é a verdadeira meta da terapia floral.
Enquanto estamos vivos nesta Terra, nossa alma sempre zenfrentará desafios e sempre terá a necessidade de aprender e evoluir na escola da vida. Se enxergarmos as essências florais como catalisadores do crescimento da alma, e não como remédios que solucionam nossos problemas, elas sempre terão a possibilidade de nos ajudar, permanecendo como preciosas aliadas através dos muitos ciclos e espirais da evolução da nossa alma.
POSSÍVEIS EFEITOS COLATERAIS

Há perigos ou efeitos colaterais associados ao uso das essências? Em geral, as essências florais estão entre os mais seguros e auto-reguladores de todos os remédios disponíveis. Se tomarmos essências que são totalmente inapropriadas e têm pouca relação com as nossas verdadeiras questões, nesse caso sentiremos pouco efeito.
As essências florais atuam por ressonância; assim, essências erradas não farão vibrar nenhuma "nota" em nossa alma. Se tomarmos um número excessivo de essências ou essências que só tratam questões menores, então elas podem ser ineficazes; não conseguiremos mudanças substantivas ou estas demorarão muito mais tempo para ocorrer.
Às vezes, seleções inadequadas ou caóticas de essências estimulam a confusão ou uma sensação de desconforto. É possível que demasiadas questões sejam "revolvidas" ou que a mudança aconteça mais rápido do que a pessoa pode tolerar. Há ocasiões em que a rápida transformação psicológica - ou nossa resistência a ela - pode produzir sensações físicas desagradáveis, como fadiga, erupções cutâneas ou dor de cabeça. Tais reações geralmente duram pouco e podem ser uma indicação para que se reformule a combinação floral ou se trabalhe com aconselhamento e outras práticas a fim de remover quaisquer impedimentos psicológicos ao processo terapêutico.
A CRISE DE CONSCIENTIZAÇÃO

Uma experiência comum relatada por pessoas que usam as essências florais é a intensificação de certas características antes de a transformação ser vivenciada. Por exemplo, uma pessoa que está tomando a essência Willow devido ao ressentimento, talvez tenha uma aguda percepção consciente desse ressentimento antes de ser capaz de largá-lo e perdoar. Essa piora aparente de uma característica emocional é semelhante à "agravação" produzida por um remédio homeopático ou a "crise de cura" estimulada por práticas de purificação tais como o jejum.
Podemos chamar esse fenômeno de crise de conscientização, ou crise de percepção consciente, pois ele é causado pela vinda, à superfície da percepção consciente, das emoções e atitudes inconscientes. Já que antes estavam ocultas ou eram desconhecidas, essas qualidades parecem mais intensas quando trazidas à consciência. Tais experiências nos oferecem uma clara oportunidade de testemunhar e reconhecer os aspectos negativos ou disfuncionais de nós mesmos.
O apoio de um aconselhador, a auto-reflexão, a manutenção de um diário e outros meios de fortalecimento do aspecto "observador" da consciência podem ajudar a criar uma jornada mais suave através das águas às vezes agitadas dessa experiência.
Se a crise de percepção consciente tornar-se demasiadamente intensa (além de um nível saudável de desconforto), caso a pessoa pode reduzir a freqüência da dosagem ou mudar a seleção de essências florais para facilitar o processo.
Junto com a percepção consciente vem a capacidade de compreender e de mudar. É difícil deixar ir o ressentimento e perdoar, se a pessoa não tem consciência dele ou nega ter qualquer ressentimento. Se a autopercepção consciente já está sendo cultivada, com freqüência a crise de percepção consciente não se faz necessária; é mais provável que a pessoa passe diretamente para o estágio transformativo do processo floral.
 
 

 

 
 
O LEGADO DO DR. EDWARD BACH

EDWARD BACH (1886-1936)


Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886 na Inglaterra, em uma pequena vila perto de Birmingham chamada Moseley. Desta infância vivida próxima ao campo nasceu o amor de Bach pela natureza. Conta-se que ele realizava longas caminhadas pelo campo e pelas montanhas. E que era capaz de ficar horas concentrado, apreciando a natureza. Era um ser dotado de grande compaixão, pois todo sofrimento, seja de que criatura fosse, despertava nele o desejo de ajudar e a vontade de amparar e curar. Este traço fez surgir cedo a vontade de ser médico ou pastor. Com 16 anos terminou a escola. Antes de ir para a universidade trabalhou por três anos em uma fundição de cobre da família (1903). Seu desejo era fazer economia para custear parcialmente seus estudos, apesar de sua família possuir uma boa condição financeira. Bach, com sua índole determinada, já nutria fortes anseios de liberdade e independência. Aos 17 anos começou a trabalhar também junto a cavalaria de Worcestershire. Aos 20 anos de idade iniciou seus estudos médicos. Em 1912 graduou-se médico em Londres. Graduou-se também como bacteriologista, patologista e em saúde pública. Trabalhou no Hospital Universitário de Londres , lá permanecendo até 1930. Atuou durante muitos anos como bacteriologista. Contudo, a sua abordagem era pouco convencional, na medida em que ele baseava seu tratamento mais nas emoções e atitudes de seus pacientes do que num diagnóstico puramente físico. Mais tarde, voltou-se para a medicina homeopática, pois apreciou essa abordagem da saúde da pessoa como um todo e a aplicação de remédios que ativavam os poderes de cura do corpo. Na realidade, uma série de nosódios intestinais desenvolvidos por Bach ainda são usados pelos homeopatas hoje em dia.
Atendendo a dezenas de pacientes, se dedicando integralmente a medicina, Bach começou a observar que cada remédio tratava algumas pessoas, mas não outras. Ele se perguntava: porque isto? E começou a observar que as pessoas reagiam de forma diferente às doenças. O passo seguinte foi entender que as pessoas com os mesmos temperamentos reagiam melhor aos mesmos remédios ou aos mesmos métodos de cura.

“A personalidade do paciente, o ser humano enfermo, era para Bach a principal indicação do tratamento exigido; o panorama da vida do paciente, suas emoções, seus sentimentos, eram todos pontos de importância fundamental no tratamento das incapacidades físicas”

Em 1930, o Dr. Bach deixou sua clínica homeopática em Londres e se transferiu para a zona rural a fim de desenvolver um novo sistema de remédios naturais, feitos com flores silvestres. Através de sua sensível observação tanto da Natureza como do sofrimento humano, ele foi capaz de correlacionar cada remédio floral com um especifico estado mental humano.
Antes de sua morte em (27 de Novembro de 1936,) aos 50 anos, Bach desenvolveu uma série de essências florais que demonstravam um admirável insight na natureza humana. Numa época em que o mundo estava preocupado com o sofrimento físico, a convulsão política, a devastação econômica e a ascensão do nazismo e do fascismo, Bach percebeu a escuridão interior da alma humana.
Reconheceu a importância de emoções destrutivas tais como a depressão, o ódio e o medo. Junto com outros pioneiros da medicina psicossomática, ele percebeu o tributo devastador que as emoções e atitudes desequilibradas cobram do corpo humano. Bach foi mais longe, contudo, no sentido de saber que a verdadeira saúde está baseada na conexão de nossa vida e destino com um propósito maior. Além disso, ele compreendeu que poderíamos encontrar na própria Natureza as substâncias capazes de trazer profunda mudança à alma e ao corpo humano.
Em 27 de novembro de 1936 faleceu de parada cardíaca enquanto dormia.
Bach foi um homem que realizou o que sonhou: descobriu um método de cura simples e natural, de fácil compreensão e fácil aplicação. E ainda nos ajudou a entender a importância da mente na origem das doenças.
Edward Bach deixou para a humanidade um sistema de cura simples, mas profundamente eficaz composto de 38 essências florais e a Formula de Resgate ou Emergencial, popularmente conhecido como Rescue (Rescue Remedy ou Five Flowers Remedy)

 
 

 
A AÇÃO BIOENERGETICA DOS FLORAIS

Da mesma forma que outras essências vibracionais (elixires de cristais e essências ambientais) as essências florais atuam em níveis mais sutis da anatomia humana exercendo a sua influência em nosso sistema bioenergético. As qualidades arquetípicas das plantas são transmitidas através das essências florais na forma de ondas de energia, cada qual com a sua freqüência especifica. Essas qualidades da planta têm uma correspondência com certas qualidades da alma humana – ou seja, com certas freqüências no campo de energia humano

A interação se dá pelo Principio da Ressonância (quando dois campos de energia análogos interagem – um faz o outro ressoar).
“... ao ser ingerida, a energia sutil das essências florais passa pelo sistema circulatório e pelos nervos (plexos) antes de alcançar os meridianos acupunturais. Saindo dos meridianos, a força vital penetra nos diversos corpos sutis e chacras* ou retorna diretamente para o corpo físico, no nível celular, através de vários portais (nadis)”. GURUDAS, em seu livro Flower Essences and Vibrational Healing transmitido mediunicamente por Kein Ryerson. - Albuquerque, NM; Brotherhood of Life, Inc, 1983.
As energias sutis das essências florais passam pelo sistema circulatório e pelos nervos antes de alcançar os meridianos. Uma das interconexões mencionadas parece ser uma rede eletromagnética que existe entre a corrente sanguínea e o sistema nervoso. A partir dessa via eletromagnética, as energias vitais fluem para os meridianos. Os meridianos constituem um mecanismo fundamental da interface físico etérica (a ponte de ligação entre os veículos de freqüência superiores e o corpo físico). É a partir deles que as energias alcançam os chacras e os diversos corpos sutis. A força vital das essências florais é processada em pontos especiais de retransmissão (os chacras), para que as energias possam então ser utilizadas pelos sistemas celulares do corpo físico.
No nível celular, existem outras estações que processam e retransmitem essas energias sutis – uma estrutura biocristalina no interior do corpo humano – que não foi ainda bem compreendida e estudada pelos físicos modernos.
Esse sistema cristalino parece estar envolvido na assimilação e no processamento das energias sutis das essências florais. Ele apresenta determinadas propriedades semelhantes às do quartzo, as quais torna possível a transferência ressonante das energias das essências para o corpo físico
Ainda citando GURUDAS:
“No corpo físico e nos corpos sutis, existem várias estruturas quartziforme que intensificam os efeitos dos remédios vibracionais. No corpo físico, essas áreas incluem: sais celulares, tecidos gordurosos, glóbulos brancos e vermelhos, linfa e glândula pineal. Embora essas estruturas cristalinas formem um sistema completo dentro do corpo, ele ainda não foi isolado e compreendido apropriadamente pela medicina moderna”.
“As estruturas cristalinas operam por ressonância simpática. Existe uma sintonia entre as propriedades cristalinas dos corpos físico e sutil, dos éteres e de muitos remédios vibracionais, especialmente essências florais e elixires de pedras preciosas. Essas propriedades do corpo intensificam a força vital dos remédios vibracionais para que eles atinjam um nível de intensidade em que possam ser assimilados. Na verdade, essas propriedades são pontos de retransmissão para as energias mais etéricas penetrarem no corpo físico”.

As informações trazidas por Gurudas, a respeito do funcionamento dessa rede cristalina trazem alguma luz na tentativa de explicar bioenergeticamente o postulado do Dr Bach, de que a doença é o resultado de um conflito entre o Eu Superior e a Personalidade. A comunicação, no nível das freqüências energéticas superiores pode ocorrer constantemente, mas em um nível inconsciente, e a personalidade consciente raramente toma conhecimento da sua ligação com o seu Eu Superior (sua forma mais elevada de consciência).

Essa desconexão pode gerar uma sensação de isolamento e desespero. Além do mais certas predisposições cármicas podem interagir inconscientemente com a anatomia sutil do organismo precipitando tendências a doenças especificas. Essas e outras influencias energéticas talvez sejam as responsáveis por criar padrões energéticos desequilibrados que geram patologias na psique e no corpo.

“A capacidade de um individuo entrar em contato com o Eu Superior depende parcialmente dos elos energéticos especializados que existem no interior dessa rede cristalina do corpo físico. Essa rede cristalina ajuda a fazer as coordenações entre as estruturas energéticas dos corpos sutis superiores e a consciência da personalidade física. As faculdades psíquicas são mediadas por vias cristalinas e bioenergéticas especiais, através dos quais o Eu Superior pode interagir com a consciência da personalidade física. Uma estrutura cristalina específica particularmente importante para a nossa receptividade psíquica é a glândula pineal, um cristal localizado no centro do cérebro”.
“A glândula pineal está ligada ao sistema de chacras através de um circuito energético especial que se desenvolveu nos seres humanos ao longo do tempo. Este sistema bioenergético está relacionado com a ascensão das energias da personalidade para um nível mais elevado e mais espiritual da consciência. Além disso, esse mesmo sistema é responsável pela estimulação e o balanceamento dos principais chacras do corpo, ao mesmo tempo em que libera todo o potencial criativo e evolucional do individuo”. (Dr Richard Gerber in Medicina Vibracional – Ed Cultrix)
Segundo Gurudas“... a glândula pineal é uma estrutura cristalina que recebe informações a partir da alma e dos corpos sutis, especialmente do corpo astral. Os corpos sutis muitas vezes atuam como filtros dos ensinamentos provenientes da alma e do Eu Superior. A partir da glândula pineal, a informação desloca-se para a parte direita do cérebro. Se houver necessidade de comunicar essa informação superior à mente consciente, ela passará pelo hemisfério cerebral direito na forma de sonhos. Depois disso, o hemisfério esquerdo do cérebro analisa a informação para verificar se ela pode ser compreendida. Isso freqüentemente ocorre nos sonhos claros que transmitem mensagens. A partir do hemisfério esquerdo, as informações atravessam o sistema neurológico, passando especificamente por dois pontos críticos de reflexão – a medula espinal e o cóccix. Há um constante estado de ressonância entre a medula espinal e o cóccix; as propriedades da glândula pineal ressoam entre esses dois pontos. Em seguida, as informações trafegam para outras partes do corpo através dos meridianos e das estruturas cristalinas já descritas. A força vital dos remédios vibracionais ativa todo esse processo”.
Podemos então concluir que através da ligação com a glândula pineal, essa rede biocristalina ajuda a transferir informações das camadas superiores da consciência (isto é, os níveis astral, mental e causal) para a personalidade física, por intermédio do hemisfério direito do cérebro. As essências florais podem ajudar a fortalecer essa conexão interior e assim ajudar a reconstruir a ligação entre a personalidade e o Eu Superior.


NOTAS:

Embora a FES tenha publicado muita informação a respeito do uso das essências florais, foi apenas em 1983 que GURUDAS, um pesquisador de Boulder, Colorado, escreveu e compilou uma obra de peso – abordando os aspectos terapêuticos energéticos sutis das essências florais. Essa obra chamada Flower Essences and Vibrational Healing (Essências Florais e Cura Vibracional)- publicada pela Brotherhood of Life, 1983 - Albuquerque Novo México), é um verdadeiro compendio de cura vibracional. Ela nos dá informações muito preciosas sobre a ação das essências vibracionais (incluindo os florais) em nossa anatomia sutil. Infelizmente não existem traduções ou publicações em lingua portuguesa.
Grande parte das informações contidas no livro de Gurudas foi obtida através da transcrição de reuniões com Kevin Ryerson, um notável médium com atuação semelhante a Edgar Cayce, na cidade de São Francisco nos Estados Unidos.
Ryerson proferiu diversas conferências para um grupo de pesquisas psíquicas, que se reunia com ele para obter informações por via mediúnica a respeito da aplicação terapêutica de diversas essências florais. Esse material continha, com uma riqueza de detalhes, informações inéditas a respeito do que hoje é considerada uma nova tecnologia de cura, embora as origens desse método possam ser muito antigas. Ele descreve com detalhes os mecanismos fisiológicos e energéticos sutis através dos quais os remédios vibracionais atuam no organismo humano.
O material obtido contém descrições técnicas muito detalhadas sobre a atuação das essências florais, sugerindo não só os seus mecanismos de ação bioquímicos e energéticos sutis, e suas aplicações na cura de doenças, como também traz orientações relativas a pesquisas cientificas necessárias para corroborar as informações dadas.

 
 

 
 
A UTILIZAÇÃO E A PRESCRIÇÃO DAS ESSENCIAS FLORAIS

“Se você quiser curar com as plantas
Primeiro aprenda a viver com as plantas
Caminhe no ciclo das estações
Alinhando o seu coração
Com o coração da Mãe Terra"

Conselho do Hopi Elder Thomas Banyacya
para Patricia Kaminski em 1973

Hoje as essências florais (ou remédios florais) são usadas no mundo todo. Existem mais de 2000 essências distribuídas em diversos Sistemas, elaboradas com flores dos mais diversos locais do planeta. Leia em Sistemas Florais Internacionais e Sistemas Florais Nacionais.

Infelizmente, porém, a grande maioria da população e mesmo grande parte dos terapeutas e profissionais de saúde que as utilizam, desconhecem as verdadeiras interações terapêuticas, que acontecem no nível vibracional da anatomia sutil dos seres humanos. Leia mais em A Ação Bioenergética dos Florais.

A despeito do trabalho de profissionais sérios e dedicados, que buscam ampliar os conhecimentos na arte de prescrever as essências florais, e de outros que utilizam os florais de forma bastante intuitiva, a maioria dos terapeutas que utilizam os remédios florais em suas práticas, o fazem de forma indicativa, utilizando basicamente o repertório das essências, espécie de índice indicativo dos sistemas florais disponíveis, onde os principais sintomas são colocados em ordem para auxiliar a busca pelas essências.

Não que essa prática seja totalmente negativa. De qualquer forma a ação dos florais será sempre benéfica. Mas o fato é que prescrever florais baseados apenas em um repertório (repertorizar a queixa dos que buscam auxilio) vai contra o principio que norteou a busca do Dr Bach que é tratar o doente e não a doença.

Utilizar os remédios florais baseado apenas em um repertório, é a reprodução do modelo cartesiano - materialista e reducionista – praticado pela medicina contemporânea. É reduzir a doença a um conjunto de sintomas, esquecendo que ela é antes de tudo um pedido de socorro de uma alma que se desviou da sua senda.

Ou ainda, como diria o Dr Bach: “... a doença deve ser vista não como um tormento a ser erradicado, mas como um mestre...”. Um mestre que aponta aspectos do nosso ser que foram negligenciados.

No final do século XIX o medico canadense Sir William Osler, ao descrever a importância que as emoções e atitudes dos seus pacientes tinham no processo da doença e da recuperação afirmou: "É melhor conhecer o paciente que tem a doença do que a doença que o paciente tem”.

Ao prescrevermos essências florais, não podemos perder de vista que atrás da “doença” existe uma “pessoa”, com a sua história individual, escrita em cores únicas, a nos convidar a acompanhá-lo em sua viagem interior.

Para chegarmos à essência (ou essências) mais adequadas a ela– independente das queixas ou sintomas que nos sejam apresentados – precisamos primeiro escutá-lo, ouvir a sua história pessoal. Precisamos compreender a linguagem que a sua alma expressa. Isso pede ao terapeuta uma ação baseada não só no conhecimento teórico – fundamental como base do processo – mas também no profundo respeito e amor incondicional
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Por outro lado a terapia floral correlaciona um “arquétipo” ou “mensagem” de uma planta com uma qualidade específica da alma ou psique humana. Embora os sintomas físicos nos dêem pistas quanto aos problemas interiores , escolher uma essência floral é mais do que comparar uma lista de sintomas com uma lista de indicações. Mais exatamente, a ênfase é dada na identificação dos problemas e lições subjacentes, como meio de pintar um “retrato da alma” do individuo. Esse retrato é então correlacionado com uma ou mais essências florais cujas configurações vibracionais incorporam aquelas qualidades e processos.”
(Kaminski in Repertório das Essências Florais Ed Trion)
Mais sugestões para a utilização das essências florais em TOQUES VIBRACIONAIS
 
 

 
 
FLORAIS E HOMEOPATIA
 

As essências florais também diferem dos remédios homeopáticos, embora essas duas modalidades de cura tenham muito em comum em termos históricos, filosóficos e práticos. Ambos os tipos de remédios têm uma natureza vibracional e, portanto, são fisicamente diluídos. Cada um deles age como um catalisador do processo de cura da pessoa, em vez de suprimir ou controlar os sintomas.Ambas as modalidades tratam a pessoa e não a doença, e procuram aliar o remédio à situação específica do indivíduo.

O Dr Edward Bach trabalhou como médico homeopata antes de desenvolver suas essências florais e hoje os homeopatas estão entre os que mais prontamente reconhecem a eficácia da terapia floral.

Há, contudo, significativas diferenças entre as essências florais e os remédios homeopáticos. Bach descreveu claramente o desenvolvimento das essências florais como um rompimento com a homeopatia, afirmando que as essências não seguem a Lei dos Semelhantes, a qual é a própria definição da medicina homeopática. Se as essências florais não seguem a Lei dos Semelhantes da homeopatia, poderíamos então dizer que elas são uma expressão da Lei dos Contrários, que é a base da medicina alopática e supressora de sintomas?

Bach aparentemente acreditava que os remédios florais agiam através dos contrários no interior da alma, dizendo que eles "inundam nossa natureza com a virtude particular de que necessitamos, e lavam de nós a falha que está causando o dano."

Contudo as pesquisas desenvolvidas ao longo dos últimos 20 anos indicam que isso seria uma simplificação excessiva. Ao invés de agir por semelhantes ou por contrários, a ação transformativa das essências florais é uma expressão da integração das polaridades no interior da nossa psique, tal como entendido pela alquimia e pela psicologia junguiana.

Por exemplo, a essência floral Mimulus dirige-se aos medos da vida cotidiana; ela não cria o medo quando dada em grandes doses a um individuo saudável que não tem esses medos, como seria de esperar se ela seguisse a Lei dos Semelhantes da homeopatia. E Mimulus tampouco elimina o medo, como faria uma droga tranqüilizante que operasse pela Lei dos Contrários da alopatia. Uma pessoa que toma a essência floral Mimulus pode tornar-se mais agudamente consciente da existência de um estado de medo, talvez antes oculto de sua percepção consciente. Ao mesmo tempo, Mimulus encoraja tal pessoa a enfrentar esses medos, despertando nela a força anímica necessária para ir ao encontro de tais desafios. Portanto, podemos dizer que Mimulus trabalha com a polaridade medo e coragem, habilitando a alma a alcançar um nível mais elevado de integração. Ao invés de eliminar o medo, Mimulus nos ajuda a ter a coragem de enfrentar o medo.

Entendida deste modo, a Terapia Floral aplica a Lei Alquímica da União dos Opostos, pela qual os pólos opostos são integrados numa síntese mais elevada.

Além disso, as essências florais e os remédios homeopáticos são preparados de maneira diferente. Enquanto os remédios homeopáticos têm sido feitos de quase todas as substâncias e de qualquer parte da planta, as essências florais são feitas exclusivamente com a flor. Por essa razão, as essências florais também devem ser distinguidas dos diversos remédios vibracionais preparados com outras partes da planta ou com substâncias animais ou minerais, tais como as essências marinhas e os elixires minerais.

É a flor, especificamente, que se utiliza no preparo das essências florais, pois é no processo de floração que as qualidades anímicas da Natureza juntam-se à forma e substância da planta. Assim, a essência floral torna-se um veículo de comunicação entre a alma da Natureza e a alma humana.

Mesmo quando os remédios homeopáticos são feitos de flores, sua preparação é diferente daquela das essências florais. A substância-mãe homeopática consiste em uma tintura ou extração alcoólica da planta macerada, que é então diluída e dinamizada, em geral inúmeras vezes, para produzir o remédio.

As essências florais são preparadas através da infusão da flor inteira em água, processo no qual o preparador trabalha em conjunto com as condições ambientais e meteorológicas circundantes de modo muito consciente. Por essa razão, dizemos que as essências florais são feitas no "laboratório da Natureza", no hábitat natural da flor silvestre ou num jardim onde as flores podem florescer sob condições ideais. As essências florais são usadas somente em primeira ou segunda diluições, e, no entanto atingem diretamente a mente e as emoções. Elas causam efeito na psique de uma maneira suave, deixando, no geral, a consciência escolher livremente como responder à sua influência.

Os remédios homeopáticos usualmente precisam ser elevados até uma potência muito mais alta para afetarem os estados mentais e emocionais. Muitos terapeutas acreditam que tais potências atuam sobre a psique de uma maneira mais persuasiva do que o fazem as essências florais.

Desse modo, os remédios homeopáticos de alta potência têm algumas similaridades com as drogas farmacêuticas, devendo sempre ser usados com extrema cautela e por terapeutas muito habilidosos. Os remédios homeopáticos de baixa potência, por outro lado, trabalham mais diretamente com o aspecto físico-etérico do ser humano e são, portanto, mais similares aos remédios fitoterápicos.

As essências florais combinam a segurança dos remédios homeopáticos de baixa potência com a capacidade de estimular a consciência dos remédios de potência mais alta. As essências florais criam um diálogo com a alma, em vez de lhe ditar ordens.

Também no modo de uso as essências florais diferem dos remédios homeopáticos. Um caso homeopático envolve extensa catalogação de sintomas, geralmente com grande ênfase nas condições e hábitos físicos, que formam um quadro do corpo etérico ou vital da pessoa. O terapeuta procura então encontrar a melhor combinação entre a lista de sintomas apresentados pelo paciente e a lista de indicações dos remédios.

Por outro lado, a terapia floral correlaciona um "arquétipo" ou "mensagem" de uma planta com uma qualidade específica da alma ou psique humana. Embora os sintomas físicos e outros sintomas ofereçam pistas quanto aos problemas interiores, escolher uma essência floral é mais do que comparar uma lista de sintomas com uma lista de indicações. Mais exatamente, a ênfase é dada na identificação dos problemas e lições subjacentes, como meio de pintar um "retrato da alma" do individuo. Esse retrato é então correlacionado com uma ou mais essências florais cujas configurações vibracionais incorporam aquelas qualidades e processos.

Desse modo, fica claro que as essências florais não são remédios homeopáticos, embora ambos pertençam à categoria mais ampla de remédios energéticos ou vibracionais. Pode haver confusão neste ponto porque algumas marcas de essências florais são rotuladas como drogas homeopáticas para fins de regulamentação ou importação. Tal rotulagem é infeliz e incorreta, mas de modo algum invalida as diferenças filosóficas e práticas entre essas duas modalidades de cura.

(Fonte: Repertório das Essências Florais Kaminski Ed. Trion)

A LEI DA SIMILITUDE – “Semelhante cura semelhante”. Os remédios homeopáticos muitas vezes reproduzem vibracionalmente as doenças físicas numa pessoa a fim de expulsar esse desequilíbrio para fora do corpo. A homeopatia unifica os corpos sutis, mas também atua no nível vibracional da estrutura molecular. Ela representa uma ponte entre a medicina tradicional e a medicina vibracional

O IV PRINCÍPIO HEMETICO: O Principio da Polaridade
"Tudo é Duplo; tudo tem pólos; tudo tem o seu oposto;o igual e o desigual são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades são meias verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados." - O CAIBALION
Este Princípio encerra a verdade: tudo é Duplo; tudo tem dois pólos; tudo tem o seu oposto, que formava um velho axioma hermético. Ele explica os velhos paradoxos, que deixaram muitos homens perplexos, e que foram estabelecidos assim: A Tese e a Antítese são idênticas em natureza, mas diferentes em grau; os opostos são a mesma coisa, diferindo somente em grau; os pares de opostos podem ser reconciliados; os extremos se tocam; tudo existe e não existe ao mesmo tempo; todas as verdades são meias-verdades; toda verdade é meio-falsa; há dois lados em tudo, etc., etc.
Ele explica que em tudo há dois pólos ou aspectos opostos, e que os opostos são simplesmente os dois extremos da mesma coisa, consistindo a diferença em variação de graus. Por exemplo: o Calor e o Frio, ainda que sejam; opostos, são a mesma coisa, e a diferença que há entre eles consiste simplesmente na variação de graus dessa mesma coisa.
O Princípio de Polaridade explica estes paradoxos e nenhum outro Princípio pode excedê-lo. O mesmo Princípio opera no Plano mental. Permíte-nos tomar um exemplo extremo: o do Amor e o Odio, dois estados mentais em aparência totalmente diferentes. E, apesar disso, existem graus de ódio e graus de Amor, e um ponto médio em que usamos dos termos Igual ou Desigual, que se encobrem mutuamente de modo tão gradual que às vezes temos dificuldades em conhecer o que nos é igual, desigual ou nem um nem outro. E todos são simplesmente graus da mesma coisa, como compreendereis se meditardes um momento. E mais do que isto (coisa que os Hermetistas consideram de máxima importância), é possível mudar as vibrações de ódio em vibrações de Amor, na própria mente de cada um de nós e nas mentes dos outros.
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FLORAIS E OLEOS ESSENCIAIS

 

As essências florais não devem ser confundidas com as fragrâncias nem com os óleos essenciais puros usados na aromaterapia, embora o termo "essências florais" seja algumas vezes equivocadamente aplicado a esses óleos. As essências florais não têm qualquer aroma específico, exceto pelo brandy (conhaque) que é usado como conservante natural. Isso ocorre porque a substância física da flor contida na essência está altamente atenuada, para que suas qualidades vibracionais possam ser acentuadas.

Os óleos essenciais puros são o produto, altamente concentrado, da destilação natural dos óleos aromáticos de substâncias vegetais e constituem, portanto, um tipo especializado de remédio fitoterápico. Os óleos essenciais podem ter forte efeito sobre o corpo e a alma, mas seu caminho é através dos sentidos e do corpo físico, em vez dos campos vibracionais usados pelas essências florais. A aromaterapia e as essências florais funcionam bem em parceria, mas não devem ser confundidas. Elas são terapias complementares - do corpo para a alma, e da alma para o corpo.

(Fonte: Repertório das Essências Florais Kaminski Ed. Trion)

 
 
 
 
FLORAIS E REMEDIOS FITOTERÁPICOS

As essências florais são uma forma muito especializada de preparação fitoterápica, que deveria ser distinguida dos remédios fitoterápicos convencionais. Os produtos fitoterápicos são preparados a partir de diversas partes da planta, incluindo raiz, caule, folhas, frutos, sementes, bem como flores; são preparados através de uma variedade de métodos, incluindo infusão, decocção e tintura.

As essências florais diferem quanto ao método de preparação, pois geralmente são preparadas por infusão, utilizando apenas as flores frescas da planta e no contexto de uma matriz ambiental específica. Ao descrever a preparação da essência floral, o Dr. Bach comentou:

"Observemos que os quatro elementos estão envolvidos: a terra para nutrir a planta; o ar do qual ela se alimenta; o solou fogo para permitir-lhe comunicar seu poder; e a água... para ser enriquecida com sua benéfica cura magnética."

Acrescentaríamos ainda a existência do quinto elemento alquímico, o elemento quintessencial, que é o estado de consciência sensível do preparador da essência floral. Desse modo, as essências florais são mais do que simples extratos fitoterápicos; são quintessências alquímicas que levam em si os arquétipos vivos da planta inteira, capturados no momento supremo do desabrochar das flores.

Os remédios fitoterápicos geralmente são selecionados com base nos sintomas físicos e são usados devido a seus constituintes físicos de ocorrência natural. As essências florais, por outro lado, têm uma natureza vibracional e são selecionadas de acordo com seus efeitos sobre as qualidades da alma.

Entretanto, nas tradições fitoterápicas e xamânicas de muitas culturas existe o reconhecimento de que as plantas têm significados mais profundos e estão associadas às forças e processos espirituais. Esse legado de uma fitoterapia mais sutil pode ser visto como uma das fontes para a compreensão das qualidades das essências florais.

As propriedades fitoterápicas das plantas mantêm uma relação com seus usos como essências florais, mas não são idênticas a estes. Muitas vezes, o efeito da essência floral sobre a alma é como uma" oitava superior" dos efeitos físicos da planta, embora isso deva ser considerado no contexto de um estudo completo da planta.

Por exemplo, o aneto Dill é usado como erva culinária para estimular a digestão e neutralizar a fIatulência causada pelo comer excessivo ou demasiado rápido. Já a essência floral Dill dirige-se à "indigestão psíquica", que ocorre quando a alma é sobrecarregada por impressões sensoriais excessivas ou muito rápidas; Dill atua refinando e clarificando nossa experiência do mundo sensorial.

Muitos herboristas modernos usam as essências florais juntamente com os medicamentos fitoterápicos tradicionais. Eles relatam, contudo, que as essências tratam as questões da psique de modo muito mais direto e preciso do que os remédios fitoterápicos convencionais.

(Fonte: Repertório das Essências Florais Kaminski Ed. Trion)

Os Florais de Minas têm um sistema de fitoflorais (fiflorais)- que são sinergias formadas por remedios fitoterápicos e essências florais. Para saber mais acesse www.floraisdeminas.com.br.

 
 
 
DEPOIS QUE O DR. BACH SE FOI...

Nora Weeks

Com a morte do Dr Bach (1936), sua assistente Nora Weeks continuou a frente do Centro de Cura Dr Edward Bach na Inglaterra juntamente com Victor Bullen e um pequeno grupo de colaboradores.Nora Weeks e Victor Bullen tinham em suas mãos o imenso desafio de continuar a obra iniciada pelo Dr. Bach, mantendo viva a chama daquela modalidade de cura descoberta por ele. Victor mantinha um outro trabalho e doava suas horas livres para a obra do Dr Bach. Nora dedicava-se em tempo integral.

Nora Weeks e Vitor Bullen

Foi com a ajuda financeira de amigos, de alguns clientes e do próprio Victor que eles puderam manter Mount Vernon e a assistência prestada com os Florais a partir daquele pequeno centro.
Em 1940, Nora Weeks publicou seu livro “Medical Discoveries of Edward Bach, Physician” (As Descobertas Médicas de Edward Bach, o Médico). Foi a partir deste livro que o interesse das pessoas a respeito dos florais começou a crescer.
Durante a Segunda Guerra Mundial o trabalho quase parou, devido a falta de recursos. Mas em 1945 o interesse das pessoas pelas essências florais de Bach voltou a crescer e aos poucos pessoas não só da Inglaterra, mas do mundo todo, começaram a procurar pelos remédios florais do Dr. Bach.
Victor e Nora desejavam muito comprar a casa de Mount Vernon, para criar ali a sede de uma Instituição. Isso só foi possível em Dezembro de 1958. Nora e Victor anunciaram que finalmente haviam adquirido Mount Vernon – a pitoresca casa de que Dr Bach tanto gostava e onde viveu seus dois últimos anos de vida - que seria então propriedade da Dr Edward Bach Healing Trust (popularmente conhecido com Bach Center).

Mount Vernon
Na década de 60, Nickie Murray uma grande amiga de Nora e Victor, começou a trabalhar com seus clientes usando as essências florais. Através de Nickie, seu irmão John Ramsell soube a respeito das essências.
NICKIE MURRAY
No início dos anos 70 Nora convidou Nickie Murray para vir ser sócia dela e de Victor. Nickie aceitou com a condição de que seu irmão John Ramsell pudesse também se juntar ao grupo. E assim foi feito.
Em 1975 Victor faleceu e pouco depois com o crescimento do trabalho houve uma divisão interna de tarefas em que John ficou responsável pelas encomendas que viessem de fora, de outros países, enquanto Nora e Nickie ficaram responsáveis pelas encomendas locais.
Em 1978, com a morte de Nora, a responsabilidade da Fundação ficou com Nickie Murray e o seu irmão John Ramsell.
Dez anos após o falecimento de Nora Weeks, Nickie Murray se aposenta e deixa o Centro Bach inteiramente nas mãos de seu irmão John Ramsell. Nickie Murray faleceu em 1997. Nessa época a filha de John, Judy Howard, já havia se juntado a el
e.
Em 1991 Mount Vernon foi vendida para um grande laboratório inglês, a Nelson’s, que vem desde então dando continuidade ao trabalho de engarrafar os vidrinhos de estoque das essências do Centro Bach. Contudo, a Fundação Bach em Mount Vernon continua preparando as essências florais da mesma maneira que o Dr Bach fazia na década de 30. A Fundação também treina practitioners (terapeutas especializados em florais de Bach) no mundo todo. Lá ainda funcionam um centro educacional dos florais de Bach e uma fundação de caridade.

Florais de Bach engarrafados e distribuidos pelo laboratório Nelson´s*

 
O CAMINHO DAS FLORES
 
Flores da California
Embora o trabalho de pesquisa do Dr. Bach tenha sido realizado entre 1930 e 1936, foi somente a partir da década de 70 que as essências florais ficaram conhecidas mundialmente. Em 1976 elas foram reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde, consideradas como uma técnica terapêutica complementar.
Estimulados com o resultado positivo obtido com o uso das essências florais, pesquisadores do mundo passaram a estudar as propriedades de outras flores.
Os pesquisadores Patrícia Kaminski e Richard Katz fundaram em 1979, na Califórnia, a Flower Essence Society (FES) - uma fundação que proporcionou uma estrutura para que pesquisadores e terapeutas do mundo todo pudessem trocar informações a respeito do uso das essências florais.

Patrícia Kaminski e Richard Katz

Além disso, a FES introduziu novas essências florais produzidas a partir de flores nativas dos Estados Unidos. A FES já pesquisou e catalogou mais de 100 espécies de plantas e suas respectivas essências florais. Várias outras espécies estão ainda em fase de teste.
Em 1988 o professor, pesquisador e herborista Julian Barnard, seguindo os passos do Dr Bach, passou a produzir de forma artesanal o Sistema Healing Herbs, utilizando as mesmas espécies de flores e o mesmo método de preparação que o Dr Bach utilizava.

Julian Barnard e Nickie Murray

Julian Barnard foi aluno e colaborador de Nickie Murray, aprendendo com ela a preparar os remédios florais. Julian foi educado em Oxford e se formou em medicina herborista na Austrália e na Escola Waldorf (Escola Antroposófica) da Inglaterra.
A contribuição do Professor Barnard em relação a compreensão do legado do Dr Bach é de grande importância. Ele escreveu vários livros sobre a vida e a obra de Bach, entre eles Patterns of Life Forces (Padrões de Energia Vital). Grã Bretanha; Bach Educacional Programme, 1987.
No continente australiano, Ian White pesquisou e catalogou cerca de 50 flores nativas da Austrália criando as Essências Florais Australianas (Australian Bush Flower Essence). Da mesma maneira Steve M. Johnson – professor e pesquisador no campo de curas vibracionais criou o Sistema Floral do Alasca (Alaskan Flower Essence Project) – cujas flores são originarias de regiões quase intocadas do Alasca.
No Brasil podemos destacar o excelente trabalho de pesquisa desenvolvido pelo Dr. Breno Marques da Silva (Florais de Minas), Neide Margonari (Florais de Saint Germain) e Maria Grillo (Filhas de Gaia).
MANDACARÚ (Cereus jamacarú) - flor branca (Filhas de Gaia)

Traz a força, a resistência e a persistência necessárias para lidar com as circunstâncias difíceis da vida, crises e restrições sem perder a fé, a coragem e a gratidão. Ajuda-nos a lidar com a restrição, extraindo o máximo do mínimo e mantendo a força, a esperança e a consciência focalizada positivamente.

Palavras Chave:Resistência-Força-Interior-Vontade-Dignidade-Fé-Coragem-Gratidão-Sabedoria-Esperança-Desafios ·Dificuldades-Crises-Restrições-Desânimo-Desespero-Fortalecimento-Aceitação da Realidade-Responsabilidade

 
 
 
 
SISTEMAS FLORAIS INTERNACIONAIS

ALASKAN ESSENCES - Steve Jonhson e Jane Bell www.alaskanessences.com

BUSH FLOWER – ESSÊNCIAS DA AUSTRÁLIA – Ian White www.ausflowers.com.au

CANADIAN FOREST TREE ESSENCES - www.essences.ca

DANCING LIGHT ORCHID ESSENCES – Shabd Sangeet Khalsa www.orchidessences.com

FLORAIS DA CALIFÓRNIA (FES) – Patrícia Kaminski e Richard Katz - www.flowersociety.org

FLORAIS DA HOLANDA – Bram e Miep Zaalberg - www.bloesem-remedies.com

FLORAIS DE BACH DO CENTRO BACH – Judy Howard www.bachcentre.com

FLORAIS DE BACH HEALING HERBS – Julian Barnard www.healingherbs.co.uk

FLORAIS DE FINDHORN - Marion Leigh www.findhornessences.com

FLORAIS DE RAFF – Jorge Luiz Raff www.raff.com.ar/portuques

FLORAIS DO DESERTO – Cynthia Athina Kemp Sherer www.desert-alchemy.com

FLORAIS DO HIMALAYA - Tammaya www.himalaya.com.au

FLORAIS FRANCESES DEVA – Philippe Deroid www.lab-deva.com

FLORAIS KORTE PHI – ORQUÍDEA DA AMAZONAS – Andreas Korte www.kortephi.com

FLOR DEL ALMA – Hersília Oneto www.esenciasargentinas.com.ar

FLOWER ESSENCES OF FOX MOUNTAIN – Kathrin Bateman www.flowersessencesfoxmountain.com

HOLY LAND FLOWER ESSENCES www.ganyabotanicals.org

KAUAI FLOWER ESSENCES www.starmen.com

LIVING ESSENCES DA AUSTRÁLIA – Vasudeva e Kadambii Barnao www.livingessences.com.au

LIVING LIGHT ESSENCES – Jeff Binder www.livinglight.ca

PACIFIC ESSENCES – Sabina Pettitt www.energymedicine.ca

 
 
SISTEMAS FLORAIS NACIONAIS
CURCUMA (Filhas de Gaia)

ARARETÂMA ESSÊNCIAS DA MATA ATLÂNTICA - Sandra Epstein - www.araretama.com.br

DHARIDHANA – FLORAIS DE AIURUOCA - Wânia Gravina - waniagravina.sites.uol.com.br

ESSÊNCIAS FLORAIS FILHAS DE GAIA – Maria Grillo - www.filhasdegaia.com

FLORAIS DE MINAS - Breno Marques e Ednamara Marques - www.floraisdeminas.com.br

FLORAIS DE SAINT GERMAIN – Neide Margonari - www.fsg.com.br

 
O USO CURATIVO DAS PLANTAS ATRAVÉS DA HISTÓRIA
ACÁCIA

Historicamente o uso terapêutico das plantas é milenar, como também são milenares algumas praticas e técnicas de manipulação de ervas e plantas que são utilizadas até hoje.
Através de papiros egípcios e orientais, foi possível resgatar detalhes da medicina praticada pelos povos antigos.
O mais antigo registro encontrado sobre as propriedades medicinais das plantas, é o Pen Ts´ao , escrito cerca de 2800 aC por um herborista chinês, que descreve o uso de centenas de plantas medicinais na cura de varias enfermidades.
Na seqüência aparecem os papiros egípcios datados de 2270 aC, descobertos pelo egiptólogo alemão George Ebers, onde além de informações sobre os remédios fitoterápicos, existem descrições detalhadas sobre cirurgias.
Os sumerios, habitantes da antiga Mesopotâmia, foram considerados o primeiro povo a praticar a agricultura. Seus sábios sacerdotes possuíam formulas curativas a base de plantas que eram guardadas como preciosidades e eram transmitidas oralmente aos seus sucessores.
Na Índia as primeiras referências ao uso terapêutico das ervas são encontradas nos Vedas (por volta de 2.500 AC). Na medicina Hindu as ervas eram filhas diletas dos deuses e só poderiam ser colhidas por pessoas puras e piedosas, e deveriam crescer longe dos olhos humanos. Eram utilizadas apenas com o objetivo da limpeza do corpo (estimulando as secreções) e com a função sedativa.
Todos esses registros arcaicos trazem uma clara analogia, sobre a necessidade de harmonização entre as manifestações humanas e as manifestações cósmicas, que é onde se sustenta a saúde e a cura. A casta dos sacerdotes-reis do antigo Egito não ignorava esses preceitos, encontrados também nas escolas gregas, com Pitágoras, Platão e Sócrates. E foram os ensinamentos desses antigos sábios que abriram o caminho para Hipocrates, o Pai da Medicina (460-350 aC).
Logo apos a morte de Hipócrates, surge Aristóteles (384-322 aC). Suas concepções doutrinárias, diametralmente opostas às de Hipocrates tiveram êxito por milênios, embora as concepções hipocráticas ainda sobrevivessem no Império Romano.
No primeiro século da era cristã, viveu o grego Pedanius Dioscórides, medico militar que chegou a pertencer ao exercito de Nero. Viajando com os soldados de Nero por todo o mundo mediterrâneo foi colecionando centenas de espécies de plantas.
Dioscórides escreveu a mais completa síntese do conhecimento médico até a sua época (78 dC) – “A Matéria Médica”, onde ele disserta sobre remédios oriundos dos três reinos da natureza: animal, mineral e vegetal. No reino vegetal ela trata das propriedades curativas de cerca de seiscentas espécies.
A repercussão dessa obra foi tão grande, que durante toda a Idade Media uma quantidade enorme de manuscritos foi reproduzida. A Matéria Medica era considerada um dos mais preciosos presentes que se poderia oferecer a um príncipe.
Essa obra serviu de base a maior parte dos conhecimentos médicos do Oriente, depois entrou no Ocidente pelas mãos dos sarracenos e espalhou-se pela Europa, tornando-se a principal fonte de informação médica por centenas de anos. A cópia mais antiga que existe da obra de Dioscórides é um manuscrito bizantino do Séc. VI denominado “Códice Vindobonensis”.
Alguns anos depois de Dioscórides, surgiu Galeno (138-201 dC). Galeno também era grego, e foi medico do Imperador Marco Aurélio.
Escreveu mais de duzentas obras, sendo que cerca de cem são hoje reconhecidas como de sua autoria. Foi ele quem descobriu que a urina é secretada pelos rins, sendo considerado o Pai da Fisiologia.
Contudo, um de seus maiores feitos foi à descoberta de um método de separar os princípios ativos de uma planta, denominado galênico, que é utilizado até hoje.
Com o declínio do Império Romano e a desestruturação de sua sociedade pelas invasões bárbaras, a importância da medicina retornou ao Oriente.
Os árabes, a partir da fundação de Bagdá (762 dC) asseguraram a coexistência das doutrinas de Hipócrates e de Aristóteles. Obtiveram grandes avanços na Matemática, Física, Química, Botânica, Metalurgia e Mineralogia.
Criaram o alambique, através do qual fizeram os primeiros destilados a base de plantas, as alcolaturas e as essências (inclusive de flores). Dentre os expoentes da medicina árabe destacam-se Gerber, no século VIII, Razis, no século IX e Serapião, no século X.
Mais foi Avicena (980-1037) o mais famoso médico árabe da antiguidade.
Aos dezessete anos Avicena já era um mestre na arte de curar, tendo já sua fama se espalhado pelo mundo árabe. Usava lavanda, camomila e menta em seus preparos e ficou conhecido por mais de seis séculos como o "Príncipe dos Médicos". As primeiras farmácias, instaladas em Bagdá, datam desta época.
Avicena fez renascer com força as idéias de Hipócrates. Seus discípulos, Averroés e Maimônides (séc. XII) também eram hipocráticos ferrenhos. Em 1258, com a destruição de Bagdá pelos mongóis, a tradição de Hipócrates quase se perdeu no oriente.
Na Idade Média os mosteiros tornaram-se centros importantes de estudo. Os livros e manuscritos existentes foram todos recolhidos pelos monges, que se apoderaram do saber antigo. Ao redor das igrejas, mosteiros e conventos foram cultivadas ervas, utilizadas como alimentos, bebidas e medicamentos. Muitos destes herbários ainda existem e são conservados até hoje na Europa, principalmente na Inglaterra.
No Séc. IX foi criada a Escola de Salerno na Itália, uma universidade de medicina que reunia todos os ensinamentos da Antigüidade. Até o século XIV ela permaneceu impregnada das tradições hipocráticas e da alquimia árabe. Logo se tornou um importantíssimo centro de estudo e modelo para todas as outras universidades que se multiplicaram pela Europa a partir desta época. Sua obra mais importante é o "Regimen Sanitatis SaIernitatum", que versa sobre ervas medicinais.
Os relatos das viagens de Marco Polo, quase três séculos depois, tornam mais importante o uso das ervas e, principalmente, das especiarias, que eram então mercadorias de alto valor.
Logo após a invenção da imprensa (1450) por Gutenberg, quando Cristóvão Colombo já havia desembarcado várias vezes na América e Vasco da Gama já descobrira o caminho para as Índias, surge na cena médica européia, em plena Renascença, Phillipus Aurelius Theophrastros, (1493-1541), ou como ficou conhecido posteriormente Paracelso, um gênio na arte de curar.
Paracelso viajou por toda a Europa à procura de plantas e minerais, mas principalmente ouvindo feiticeiros, curandeiros e parteiras. Para grande escândalo das pessoas cultas, não escrevia suas observações em latim, a língua culta da época, mas em linguagem comum e ainda tinha a audácia de comparar importantes estudos médicos com a sabedoria popular. Sendo hoje reconhecido como um grande alquimista, seu maior feito foi mudar o curso da medicina ocidental com suas descobertas e estudos, que serviram de base para os pesquisadores dos séculos seguintes. Sua medicina é precursora da moderna homeopatia.
Concomitante a Paracelso surgiu uma obra de medicina botânica de valor incalculável, chamada de Matéria Medica ou Dioscórides. O médico espanhol Andrés de Laguna, no final do século XV, formou um compendio, onde uma primorosa tradução da matéria Medica de Dioscórides é feita com muitos adendos e comentários, além da inclusão dos novos conhecimentos acumulados no decorrer da Idade media.
No inicio do século XVII, um discípulo de paracelso chamado Oswaldus Crollius, defende os princípios da similitude e da infinitesimalidade em duas grandes obras: A Química Real e o tratado das assinaturas.
Em 1644, um padre de nome Kircher publicou um livro com indicações de remédios minerais, animais e soros antivenenosos, os quais confirmam os conceitos primários de analogia e infinitesimalidade, de Paracelso e Crollius.
No final do século XVI, na Europa, principalmente na Inglaterra, as ervas e as especiarias tinham um valor e uma importância tão grande quanto o ouro e a prata.
E embora muito dos conhecimentos das ervas estivessem ligado a bruxas, fadas e duendes, era raro uma casa que não tivesse um armário com ervas medicinais.
Neste mesmo século o herborista mais conhecido era Gerard e edições de seu famoso livro "The Herbal", publicado pela primeira vez em 1597, ainda pode ser encontrado em livrarias inglesas, sendo que uma de suas ervas preferidas o alecrim.
No Século XVI, Culpeper tentou reviver todo o poder das ervas, era desacreditado pelos médicos mais ortodoxos que o difamaram. Ele defendia a Doutrina das Assinaturas, a importância dos signos do zodíaco e nas cores das pedras preciosas para curar doenças. Atualmente seus estudos são aceitos por pesquisadores e seus livros muito usados como fonte de consulta.
No final do século XVIII, surgem as obras magistrais de Goethe: “A Metamorfose das Plantas” e a “Teoria das Cores”.
A influência de Goethe deu-se em várias áreas. O “método” goetheano de análise fenomenológica não se restringia à botânica, mas também a teoria do conhecimento e das cores.
O nascimento da moderna homeopatia ocorreu com Samuel Hahnemann (1755-1843), através do seu trabalho prático e de suas obras, entre as quais destacam-se: Organon e a Arte de Curar , onde está exposta toda a sua doutrina homeopática; A Matéria Médica Pura, (1821), e o Tratado das Moléstias Crônicas (1828). Hahnemann reconstrói os quatro princípios médicos de Paracelso, corroborando-os cientificamente através de experimentação e observação.
Ainda no século XVIII, Lineu, o grande naturalista sueco, criou o seu famoso sistema nomenclatura botânica, dividindo as plantas em vinte e quatro classes e diversas sub-classes, o que permitiu com que os pesquisadores fizessem um estudo mais metódico, complexo e abrangente das plantas.
Já no século XX, um francês de origem camponesa chamado Maurice Messengué preparava os seus remédios com plantas e flores silvestres, adquirindo notoriedade como curador.
Messegúe aprendeu a arte da cura pelas ervas com seu pai que, por sua vez, aprendera com seu avô. Essa cultura repassada de geração a geração fez com que ele já fosse um especialista no assunto aos vinte anos de idade.
A maioria dos seus tratamentos eram efetuados através de infusões de ervas do campo. Ele mergulhava os pés e as mãos dos pacientes nessas infusões. Embora sendo muito querido e protegido pelo povo, foi muitas vezes desacreditado e processado pela ciência oficial. Apesar de tudo continuou com sua obra de caridade, sendo considerada hoje uma referência do herborismo francês.
No início do século XX, o filósofo austríaco Rudolf Steiner fundou a Antroposofia, inspirado no método de observação dos fenômenos desenvolvido por Goethe (no qual a parte subjetiva do observador é também considerada). Também a partir deste conhecimento a antroposofia desenvolveu medicamentos oriundo dos três reinos da natureza (mineral, vegetal e animal) elaborados a partir de uma farmacodinâmica que lida inclusive com as forças imponderáveis (tais como as forças vitais).Toda a obra de Steiner está impregnada de uma visão holística e humanista da vida e da arte de curar.

Com a Revolução Industrial (final do século XIX), o uso das ervas com fins curativos passou a ser considerado ultrapassado. Através da química moderna, uma infinidade de princípios ativos das plantas foram sintetizados em laboratórios. Hoje buscando formas alternativas de cura, as pessoas estão redescobrindo os valores curativos das plantas e despertando para o fato de que atrás de um medicamento quimicamente sintetizado em um laboratório, existe uma planta viva e real.

 
O USO CURATIVO DAS ERVAS NO BRASIL
A primeira obra com valor científico, que faz referências ao uso curativo das ervas no Brasil, surgiu na metade do século XVII (1640) através do medico holandês Gulielmus Piso, que acompanhou a expedição de Mauricio de Nassau. Piso estudou a flora e a farmacopéia silvícola brasileira, com extrema sensibilidade acadêmica e poética. Sua obra História Natural e Médica da Índia Ocidental (Brasil) representa um marco importante na descrição das plantas e das propriedades fItoterápicas correspondentes, que lhes eram atribuídas pelos nossos índios.
Ao longo do tempo, no Brasil colônia o conhecimento dos escravos africanos sobre o poder curativo e magistico das plantas, foi incorporado ao saber dos índios brasileiros. No inicio do século XX, Pio Correia compilou em uma extensa e completa obra intitulada Dicionário das Plantas Úteis do Brasil, todo o conhecimento botânico e curativo dos vegetais encontrados em nosso pais. Essa obra é uma referência e uma grande contribuição para aqueles que pretendem aprofundar seus conhecimentos na arte de curar através das plantas
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BIBLIOGRAFIA

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GERBER, Richard. Medicina Vibracional – Uma Medicina para o Futuro. Ed. Cultrix, São Paulo 1992.

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MARGONARI, Neide. Florais de Saint Germain – Os Doze Raios Divinos. Edições Florais de Saint Germain, São Paulo 1999

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MONARI, Carmem. Participando da Vida com os Florais de Bach. Ed Roka São Paulo, 1997

WEEKS, Nora. Medical Discoveries of Edward Bach Psycician. The C.V. Daniel Company Limited, England, 1940

 
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