TOQUES VIBRACIONAIS
 
 
 
 
MEDITAÇÃO DA ESTRELA DE LUZ
 
 
 
 
NAS ONDAS DE AMOR DA MÃE DURGA
 

 

Durante uma exteriorização energética, ela surgiu sentada no dorso de um grande tigre desencarnado.
Serena, ela me olhou nos olhos e sorriu. Sua figura imponente emanava uma poderosa atmosfera energética. No entanto, a sensação era de que uma grande doçura invadira o ar em torno.
Poder-se-ia dizer que o poder dos raios e trovões havia mesclado-se à suavidade e beleza das flores em forma de mulher.
Ela nada disse, mas eu compreendi sua mensagem pelo olhar e pelo sorriso altivo. Brotou em minha mente o seu comando mental:

"Toque o azul do céu com o seu chacra coronário e o solo com o seu chacra da base da coluna e os pés na grama.
Harmonize o azul do céu e o vermelho da Terra em seu coração espiritual.
Pense em Durga, a redentora dos aflitos e protetora dos trabalhadores espirituais.
Concentre-se mentalmente e com todo respeito no seu nome protetor, vibrando no centro do coração espiritual.
Trabalhe as energias e transforme-se num motor espiritual cheio do combustível divino. Pense nos olhos firmes do Amor Maior Que Governa A Existência observando sua ação em silêncio.
Trabalhe como um condutor desse Amor e nunca duvide da assistência espiritual intangível e invisível que guia a todos os procedimentos com sabedoria.

O Amor deve guiar a sua ação espiritual.
Durga decepa os egos renitentes com as suas afiadas espadas do discernimento, mas ela porta o aroma das flores e o brilho da felicidade. Seu olhar rompe as trevas mais densas e alcança velozmente o coração que odeia e espalha a aflição interdimensional.
Se houver a sintonia adequada, ela cortará os laços trevosos que encadeiam as obsessões espirituais. Ela curará as dores da alma e romperá as correntes da imaturidade.
Trabalhe e pense em seu nome: DURGA! DURGA! DURGA!
Pense em seu olhar e em seu sorriso silencioso. A força espiritual estará presente, mas invisível e intangível, como o aroma das flores".

Ela desceu do tigre e abençoou-me com seu toque de Mãe espiritual. E eu senti o azul do céu e o vermelho da Terra saudando-me como irmão e trabalhador espiritual.
Ela fez um aceno de despedida e eu fiquei imerso numa onda de suavidade. Sua formosa figura foi se diluindo à minha frente e a última coisa que vi foi a firmeza do seu olhar.
Sempre ouvi falar do imenso poder de Durga, mas agora só consigo pensar nela como a Deusa do aroma das flores e da sutileza.
Que o seu olhar amoroso guie a jornada de todos aqueles que trabalham espiritualmente com responsabilidade e caráter firme na crosta da Terra e além...

OM NAMAH DURGAYA!
WAGNER BORGES

PS: Esses escritos são dedicados às mães de todos os lugares, pois só o coração de uma mulher pode expressar o amor incondicional que viaja protegendo os seus filhos e guiando-os na jornada, mesmo além do corpo e do mundo, naquele infinito dos sentimentos que abraçam em silêncio. Essas mães, emanações femininas da Divindade, que são as flores nos áridos caminhos dos homens, seus parceiros, amigos e filhos. Essas mães, que são emanações das mães do mundo... Durga, Maria, Kwan-Yin, Mátaji, Sarada Devi, Yemanjá...Essas "mães-flores-amparadoras", deusas de firmeza e de ternura, "filhas-estrelas" do amor incondicional. Essas mães... parceiras, amigas e filhas... Expressões da Grande Deusa, a Mãe Divina...A Mãe do Amor Que Gera A Vida.
 
Notas:
* Durga (do sânscrito): Um dos aspectos da Mãe Divina na cosmogonia hinduísta. Significa literalmente"A Inacessível".
É a Potência Feminina da Divindade. Simboliza o poder que protege o peregrino espiritual justo das investidas do mal.
É poderosa, mas além de sua aparência fenomênica que intimida os agentes maléficos, ela é pura ternura.
Ela porta as afiadas espadas do discernimento prontas para cortarem as cabeças dos egos renitentes. No entanto, em seus olhos brilha o amor de uma mãe.
Há uma equipe de amparadores que opera no Invisível em seu nome. Eles trabalham sob a sua poderosa egrégora (atmosfera espiritual sadia) e são craques em trabalhos de desobsessão (desassédio extrafísico) e ativação de chacras. Alguns deles plasmam espiritualmente a forma fenomênica da deusa e manifestam-se interdimensionalmente levando às suas vibrações protetoras aqueles que precisam.
 
 
Mantra é uma palavra em sânscrito formada por manas (mente) e tra (por meio de), que indica movimento. Literalmente, significa "Controle da mente".
Os sons mântricos conduzem a mente para a interioridade e para o domínio do não-pensamento, da não-dualidade, onde não há seqüência lógica nem linearidade.

“Determinadas palavras evocam uma atmosfera superior que facilita a concentração da mente e a entrada em estados alterados de consciência. Os mantras são palavras dotadas de particular vibração espiritual, pois são palavras sintonizadas com padrões vibracionais elevados. São análogos às palavras-senhas iniciáticas que ligam os iniciados aos planos superiores. Pode-se dizer que os mantras são as palavras de poder evocativas de energias superiores. Como as palavras são apenas a exteriorização dos pensamentos revestidos de ondas sonoras, pode-se dizer também que os mantras são expressões da própria mente sintonizada em outros planos de manifestação”. (Wagner Borges)
*******
"É importante salientar que o alfabeto sânscrito (devanagari) foi percebido no plano espiritual pelos antigos rishis, por clarividência, e que cada letra é um mantra ou vibração energética específica. Originalmente, se escreve samskrta, sendo que o prefixo sam (sa + ma) quer dizer “perfeito”; e a raiz verbal kr (k + ka) significa “fazer”; daí o significado de “língua perfeita” ou “linguagem dos deuses”, devabhasa, ou ainda devanagari ou “escrita da cidade divina”. (Wagner Borges)
*******
”Que fique bem claro que o mantra não se trata apenas de uma oração ou um pedido solene, mas cada silaba de um mantra é uma vibração que impulsiona o espírito de criação do ser” . (Wagner Borges)

Rishis – do sânscrito – sábios espirituais; mestres realizados na consciência cósmica; mentores dos Upanishads - a parte final dos Vedas, síntese da sabedoria espiritual da velha Índia.
 Devanagari - O nome do alfabeto sânscrito, significa escrita dos Devas (deuses).
 
 
O MANTRA OM
 
 
 

Todo mantra é uma vibração energética específica. Segundo os Hindus o Mantra OM é o som primordial da criação e a origem dos demais mantras.A palavra OM vem do sânscrito e é composta de três letras do alfabeto devanagari.
A sílaba que representa o mantra OM é composta de três letras: A (símbolo semelhante ao numeral três); U (símbolo semelhante a um “rabinho”); e o M (representado pelo ponto em cima da meia lua. Gramaticalmente falando, em sânscrito, a letra “A”, associada com a letra “U”, possui o som da letra “O”, e o ponto atribui som anasalado à letra “M”.

Escreve-se AUM. Sendo que a letra A é o início de todo alfabeto, o som mais gutural do sânscrito. Já o vogal U se pronuncia com o ar passando da garganta em direção aos lábios. A letra M se pronuncia ao fechar os lábios. Assim, nós temos o caminho de todos os nomes. Nomes que simbolizam as coisas. Coisas que são criadas pelo verbo de Deus. Assim, AUM, pode ser definido como retrato sonoro do verbo, a imagem espiritual do Ser Absoluto.
“No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus” (João 1,1 ).
Pelas regras gramaticais do sânscrito, AUM se pronuncia OM. Para terem uma idéia clara de como deve ser pronunciado, comecem a cantar a palavra homem, prolongando a vogal O e fechando aos poucos os lábios no primeiro M sem passar para o E. Algo como um soar de um gongo, ressonando.

Explicações complementares:
Os mestres hindus falam dos três estados de consciência.O primeiro, de vigília, como agora, em que estamos prestando a atenção às explicações do OM. É o estado em que passamos a maior parte do dia. O segundo, de sonho, através desse estado pode-se conhecer melhor a si mesmo, a questão é entender a linguagem do sonho, seu simbolismo. O terceiro estado é o do sono profundo, inconsciência absoluta. A letra A representa o estado de vigília, a vogal U o estado de sonho e o M, o estado de inconsciência absoluta. AUM seria a síntese sonora superior que nos dá o OM, a sílaba sagrada que retrata, quanto possível, em vibrações materiais, a imagem interior de Deus, seu verbo, seu divino nome, proferido em sua intimidade. Essa síntese superior simboliza o estado da supra consciência de bem-aventurança, de felicidade suprema, que é o próprio do Divino. Temos, assim, mais um estado, o mais sublime e sutil, o quarto, a própria realização divina.
Ao vibrarmos o OM, percebemos que significa uma sílaba sagrada, um mantra, de alto valor vibratório, que se deve pronunciar corretamente e adequadamente para ganhar toda a sua eficácia.
O mantra OM tem um grande valor vibracional e para ser eficaz deve ser pronunciado corretamente. Segundo os antigos mestres yogues as vibrações sonoras produzidas pelos mantras se transformado em impulsos elétricos que viajam com a velocidade da luz. Cada palavra tem seu ressoar próprio, característico variando de acordo com a altura, a intensidade do som e igualmente com o ritmo em que se pronuncie.                                        
Fonte: “Hatha Yoga - Paz e saúde”, de Indra Devi.

 
 
O MANTRA GAYATRI
 
 
O Gayatri mantra é, junto com o OM, o mantra mais conhecido e cantado na Índia. Ele representa a essência do conhecimento védico.
Gayatri é um dos aspectos da deusa Saraswati, esposa de Brahma e que representa o seu poder criativo ou shakti. Saraswati é mitologicamente representada como a protetora e inspiradora das artes, música, literatura e ciência. No entanto, esotericamente ela representa o potencial de expressão da mente humana.
OM
BHUR BHUVAH SVAH
TAT SAVITUR VARENYAM
BHARGO DEVASYA DHEEMAH
DHIYO YO NAHA PRACHODAYAT

A palavra Gayatri é composta de duas palavras:
Gaya= Florescer, abundar, energizar (vitalizar), energia vital.
Trâyate =o que protege; o que concede a liberação, liberar.
(...)A estrutura do mantra é de 3 linhas com 8 sílabas em cada uma, fazendo um total de 24 sílabas.
1 - Tat: Sabedoria Profunda
2 - Sa: Bom uso da energia
3 - Vi: Bom uso da riqueza
4 - Tu: Coragem durante períodos ruins / acidentes
5 - Va: A grandiosidade do convívio amigável com as mulheres
6 - Re:A grandiosidade da esposa, que concede toda a fortuna à família
7 - Nyam: Adoração e respeito à Natureza
8 - Bhar: Controle Mental constante e firme
9 - Go: Cooperação e Paciência
10 - De: Todos os sentidos sob controle
11 - Va: Vida Pura
12 - Sya: Unidade do homem com Deus
13 - Dhee: Sucesso em todas as esferas
14 - Ma: Justiça Divina e Disciplina
15 - Hi: Conhecimento
16 - Dhi: Vida e morte
17 - Yo: Seguir o caminho da retidão
18 - Yo: Manutenção da Vida
19 - Nah: Cautela e Segurança
20 - Pra: Conhecimento das coisas que estão por vir e Doação para o bem
21 - Cho: Leitura das escrituras sagradas e Associação com os sábios
22 - Da: Auto Realização e Bem Aventurança
23 - Ya: Boa Progênie
24 - At: Disciplinas da vida e cooperação

Segundo o professor de yoga Luiz Fernando Mingrone, o mantra não é uma simples oração ou ode a uma deidade específica, mas sim todo um conjunto de conhecimentos profundos e sutis. Não é a toa que o gayatri mantra é considerado a essência dos vedas.
OM: de forma simplista podemos dizer que ele é o som primordial, a fonte de toda a criação.
BHUR BHUVAH SVAH:
BHUR é tradicionalmente associada ao plano físico. Esotericamente é a “espiritosfera” (neologia usada para descrever a amplitude da “atmosfera espiritual” pertinente ao planeta, corpo celeste ou parte/ambiente sideral) do planeta Terra.
BHUVAH: “atmosfera”. Esotericamente é a espiritosfera imediatamente superior à nossa. Segundo a tradição seria o espaço entre o Sol e a Terra e entre a Terra e os outros planetas. Para o pensamento hindu, todos os planetas são habitados e ao mesmo tempo são consciências distintas, sendo Júpiter o mais avançado (espiritualmente) de todos (em nosso sistema solar).
Lê-se “buvarrá”. Em alguns casos, onde o ‘h’ final não é pronunciado, é “buvá”.
SVAH: é o Paraíso, o plano mais alto em nosso sistema. Esotericamente é associado ao Sol, que segundo os sábios é o “limite da onisciência” (Ishwara) de nosso sistema. É ele o portador de todos os referenciais de conhecimento que possuímos. Para um aprofundamento recomendo ler com atenção o Yoga Sutras de Patanjali. Infelizmente não poderemos aprofundar esse tema aqui, pois ele é extenso e tem correlação com a manifestação consciencial desde Brahman até o mundo físico.
Lê-se “suvarrá”. Em alguns casos pode ser lido como “isvárra”.
TAT: Aquele, aquela (aqui refere-se à Savitri). Lê-se “Tat” (com t mudo).
SAVITUR: De Savitri, o esplendor do Sol, o brilho solar, os raios solares, a força solar. Em muitos casos Savitri é associado ao deus do Sol (Surya). Ela seria a shakti (poder) de Surya.
De forma esotérica representa o Criador, Sustentador, o todo penetrante.
VARENYAM: Desejável, excelente, o melhor entre
BHARGO: efulgência, esplendor, luminosidade (que destrói os pecados), brilho, glória.
DEVASYA: Divino, relativo à divindade. Lê-se “devássia”.
DHEEMAH: Meditar sobre; relativo à meditação. Lê-se “dimarri”.
DHIYO: pensamentos elevados ou nobres, intuição profunda, iluminar (revelar a Realidade Última). Lê-se com o i duplo, “diio”.
YO: o que, o qual.
NAH: nosso, de nós, unir, junto, nó. Lê-se “narrá”, com o “á” curto, como em água.
PRACHODAYAT: de prach (pedir, demandar) + codate[chodayate] (animar, inspirar, colocar em movimento), portanto a tradução seria algo como possa inspirar, possa animar. Lê-se “prachodaiáte”
“Eu Saúdo aquele Ser, possuidor da efulgência divina e que éa causa e sustentação de todos os planos da existência. Que minha mente esteja sempre fixa e absorvida Nele e que Ele possa iluminar, purificar e inspirar meu intelecto.”
O Mantra está todo relacionado ao aspecto iluminador e todo abrangente de Brahman. Em verdade nos mostra a natureza essencial de toda a existência.
Gayatri é uma das formas da Shakti (poder) de Brahma, de Vishnu e Shiva (trindade hindu).
Ela representa a base, o substrato de toda a existência. Ela é a “expansão” do OM ou a energia que o movimenta. Num estudo mais aprofundado o mantra se revela como sendo a representação do Sol Espiritual ou a Luz da Consciência. Sem essa Luz, o próprio Brahma (criador na trindade hindu) perderia seu sentido de ser. Sem essa Luz não haveria o que ser sustentado ou preservado. Ela seria a ponte ou a ligação inquebrantável de Brahman com tudo. Seria a Presença invisível e subjacente a tudo.
O Mantra foi ensinado ao avatar Rama por Vishwamitra durante a batalha contra o demônio Ravana, onde todas as possibilidades de vitória de Rama diminuíram consideravelmente.
Com o uso do mantra, Rama teve o controle de todas as armas divinas e assim conseguiu derrotar o demônio.
Assim, o mantra tem sua aplicação no sentido de manifestação, de realizar o potencial de “vir a ser”. É energia pura. Segundo os Vedas, “O Gayatri protege quem o recita”.
Ele pode ser dividido em três partes para maior entendimento.
A primeira parte é de louvor, a segunda de meditação e a terceira de prece.
Primeiro saudamos a Realidade Suprema, depois fixamos a mente e coração Nela e por último apelamos para a purificação e iluminação.

O mantra é também atribuído às deusas Gayatri, Savitri e Saraswati, onde Saraswati representa a perfeita expressão, a harmonia e unidade; Gayatri governa os sentidos e Savitri governa as energias vitais.
Brahman – do sânscrito – O Supremo, O Absoluto, O Eterno, O Grande Arquiteto Do Universo, O Grande Espírito, Deus, O Todo que está em tudo.
 
 

MAIS SOBRE O GAYATRI MANTRA

 
 
"Os seus dois olhos não podem revelar-lhes a magnificência e a majestade do reino do espírito.
Eles estão focalizados no mundo objetivo e nas suas atrações passageiras. Conseqüentemente, o mantra Gayatri lhes foi dado como um terceiro olho, para revelar-lhes essa visão interna por meio da qual vocês podem vivenciar Brahman.
Gayatri é um tesouro que vocês devem proteger as suas vidas inteiras. [...]Nunca abandonem o Gayatri; vocês podem deixar ou ignorar qualquer outro mantra, mas vocês deveriam recitar o Gayatri pelo menos algumas vezes durante o dia.
Ele os protegerá dos perigos onde quer que vocês estejam – viajando, trabalhando ou em casa. Os ocidentais investigaram as vibrações produzidas por este mantra e descobriram que quando ele é recitado com a pronúncia correta, como estabelecido nos Vedas, a atmosfera ao redor torna-se visivelmente iluminada.
Assim, o resplendor de Brahma descerá sobre vocês, animará os seus intelectos e iluminará o seu caminho quando este mantra for entoado. Gayatri é a Mãe, a força que anima toda a vida. Portanto, dele não se descuide nunca."

(Discurso de Satya Sai Baba em de 20 de junho de 1977)
"Gayatri é conhecido como Panchamukhi que significa que ela tem cinco faces. Quais são elas? Aum é a primeira face; "Bhur Bhuvah Swaha" é a segunda; "Tat Savitur Varenyam" é a terceira; "Bhargo Devasya Dhimahi" é a quarta; "Dhiyo Yo Nah Prachodayat" é a quinta. O Gayatri tem três partes: louvor, meditação e oração. Primeiro, o Divino é louvado, então se medita com reverência e, finalmente, um apelo é feito ao Divino para dispersar a escuridão da ignorância e despertar e fortalecer o intelecto. Dhimahi relaciona-se ao aspecto meditativo. Dhiyo Yo Nah Prachodayat relaciona-se ao aspecto da oração. Cantar o mantra Gayatri purifica a mente e confere devoção, desapego e sabedoria. O mantra Gayatri é altamente sagrado. [...]
O mantra Gayatri contém a essência de todos os mantras. O Gayatri é a personificação de todos os deuses e deusas."

(Discurso Satya Sai Baba em de 10 de fevereiro de 2000)
Bhur, Bhuvah e Swaha no mantra Gayatri se referem ao corpo (materialização), à força de vida (vibração) e à alma (radiação). Bhur quer dizer Bhuloka (a terra) que não é nada mais que a combinação de materiais. Isto denota o corpo humano, que também é uma combinação de materiais. Bhuvah se refere à força vital que faz o corpo vibrar. Swaha se refere ao Poder do Conhecimento Supremo (Prajnana Shakti) que sustenta a força vital. Este Poder é conhecido como a Consciência Integrada Constante. Ele também é chamado de radiação. Todos os três, materialização, vibração e radiação estão presentes no homem. Eu lhes falo freqüentemente que vocês não são um, mas três - aquele que vocês pensam que são (corpo físico), aquele que os outros pensam que vocês são (corpo mental) e aquele que vocês realmente são (Atma). A vida humana é a combinação de corpo, mente e Atma. O corpo é a base para atingir sabedoria. Assim, ele não deveria ser mal utilizado. Tem-se que purificar o corpo e a mente empreendendo ações sagradas. O princípio do Atma é sempre puro e imaculado. A vida humana é extremamente sagrada."
(Palavras de Sathya Sai, vol. I, pág. 232)
 
 
MINHA EXPERIÊNCIA PESSOAL COM O MANTRA GAYATRI
 
 

Há muitos anos atrás, eu me vi as voltas com uma grave enfermidade – e o meu estado emocional na época não ajudava muito. Embora eu já tivesse algum conhecimento espiritual – eu estava muito triste e zangada com a situação. Eu sentia um profundo sentimento de solidão e abandono, e a minha fé estava muito abalada.
Eu vivia a minha “noite escura da alma”. Uma pessoa amiga, espiritualista, veio me visitar e me trouxe de presente um livro de um Guru Indiano (que eu vim descobrir depois se tratar Sathia Sai Baba) do qual eu nunca havia ouvido falar antes.
Ela deixou o livro do meu lado e saiu (naquele momento eu estava muito antisocial, rs). Assim que ela se foi, eu peguei o livro e sem nem sequer abrir o pacote joguei-o do lado da cama, e me encolhi quietinha – imersa na minha dor. Imediatamente eu ouvi uma voz (eu ouvi mesmo!!!) me dizendo: “Irene, não vire as costas pra quem te ama tanto”.
Como eu estava sozinha no quarto me voltei sobressaltada em direção a voz. E por uma fração de segundos eu vi flutuando no ar uma pessoa – um homem moreno trajando uma túnica laranja - que sorria para mim. A imagem se desvaneceu no ar rapidamente e eu fiquei um tempo sob o impacto daquela visão. Eu acabei adormecendo e ao acordar, meu lado racional dizia que eu devia “ter imaginado aquilo”.
Passadas duas semanas, por uma incrível sincronicidade, eu recebi a visita de uma outra amiga que havia estado na Índia junto com um grupo do qual ela fazia parte. Ela havia estado no asharam de Sai Baba, e me trouxe de presente um pó branco que ela dizia ter sido materializado por ele. Ela me disse que tinha a intuição que eu deveria passar no meu chacra frontal.
Junto com o pozinho, ela me deixou uma fita cassete. Era o mantra Gayatri entoado por Sai Baba.
Escutando o mantra, me deu um estalo. Eu não acredito em acaso (porque Deus não joga dados). Eu acredito em sincronicidade. Fui procurar o livro – que alguma boa alma havia recolhido e guardado no meu armário.
Ao desembrulhar o pacote, eu vi sorrindo na capa, o mesmo homem que eu havia visto em meu quarto.
Eu chorei muito, não mais de tristeza, mas de alegria e gratidão. Não sei se foi realmente ele, ou se foi uma maneira que os meus amparadores usaram para me fazer perceber que de fato, eu nunca estive sozinha. Que eles estavam o tempo todo ali, me dando sustentação.
Eu continuei ouvindo o mantra “Gayatri” – e quando percebi, eu estava entoando junto, mesmo sem saber o significado daquelas palavras. Ao entoar o mantra eu sentia uma energia muito forte como se a energia do sol estivesse pairando sobre mim. Era uma energia de luz e calor.
Então de olhos fechados, intuitivamente, eu comecei a imaginar aquele “sol” entrando pelo alto da minha cabeça, inundando o meu corpo, descendo até o coração – e se projetando para fora, como se o meu peito se abrisse para ele passar.
O que aconteceu a partir dali foi surpreendente. O meu estado emocional começou a melhorar. Eu me senti mais animada e com mais vitalidade.
Segui trabalhando com esse mantra, tomando conjuntamente algumas essências florais que me deram um grande suporte em relação as minhas emoções.
Em uma semana o resultado dos meus exames, mudou drasticamente, surpreendendo o medico que estava me tratando na ocasião. Enfim, eu fiquei bem novamente.
A minha consciência se expandiu e eu voltei a estudar temas espiritualistas, ao mesmo tempo em que comecei a pesquisar sobre bioenergias e chacras.
Nessa busca acabei por descobrir o significado do mantra Gayatri. Tive a confirmação de que ao entoar um mantra nós acessamos a energia daquilo que ele expressa, mesmo que não saibamos o significado.
E que o impacto positivo dos mantras e da visualização criativa nas células do nosso corpo é real.
Logo depois da minha experiência alguém me falou do trabalho do Wagner Borges. Fui assistir a uma palestra no IPPB – ele falava sobre mantras e chacras – e eu fiquei ali parada ouvindo a confirmação de tudo o que eu havia experienciado.
Passei a freqüentar os seus cursos, e posso dizer que todas as informações que eu recebi do Wagner, seu bom humor, seu discernimento espiritual – foram de extrema importância para o meu crescimento.
Muitos pacientes meus foram assistir as palestras suas palestras e eu pude perceber o quanto eles evoluíam no processo terapêutico.
Hoje é com alegria que eu reencontro vários deles (não mais pacientes, e sim amigos), nos cursos ai do IPPB.
Quanto a mim estou bem, saudável. Sei que cada um de nós está aqui por um motivo, portanto a hora da nossa partida não está determinada por um diagnostico médico, mas por leis que transcendem muitas vezes a nossa compreensão.
Sou grata aos médicos de uma forma geral, e não incentivo ninguém a tratar doenças apenas ou terapias complementares e sim também com terapias complementares. As praticas bioenergéticas, as essências vibracionais, o trabalho com os mantras (e muitas outras formas de terapias complementares) são poderosos aliados de qualquer tratamento, seja médico ou psicológico.
Não só por que são positivos para o nosso bem estar, mas principalmente porque elevam o nosso padrão vibracional – ampliando a consciência do “porque adoecemos”. Ajudando-nos enfim, a entrar em contato com as nossas próprias forças curativas.
Sou grata em primeiro lugar ao Grande Arquiteto do Universo, pela oportunidade de estar aqui na Terra. Pelo privilegio de poder vivenciar tantas experiências, aprendendo e crescendo com elas.

AMOR PAZ E LUZ nos caminhos de todos!
Irene Carmo Pimenta

NOTAS:
O Gayatri Mantra é o mais glorificado dos mantras dos Vedas. Ele se dirige ao Onipotente Criador, aquele que gerou toda a vida no Universo, que é simbolizado por Savitri – O Sol, por isso é também chamado de Savitri Mantra. Refere-se não ao Sol físico que sustenta a vida na Terra, mas ao Grande Sol além de todos os sóis, que sustenta toda a Criação.
Ele é um mantra supra-religioso, feito para toda Humanidade, sem nenhuma direção religiosa.

OM - O som primordial. O Poder do Supremo que engloba a criação, a preservação e a destruição. O som que se propaga por si mesmo, divino e onipotente.
BHUR (denso) - A Terra. O primeiro dos sete lokas superiores (mundo ou campo de experiência, ou nível de evolução espiritual). Refere-se ao mundo físico, constituído de matéria densa.
BHUVAR ou BHURVAH (sutil) - O Astral, ou o segundo loka, constituído de matéria sutil.
SWAR ou SWAH (celestial) - O Causal, ou o terceiro loka – o plano celestial.

Podemos entender que BHUR BHUVAH SWAH refere-se aos três planos da criação. BHUR – o plano físico. BHUVAH - O plano astral. SWAH – o plano espiritual.
TAT SAVITUR VARENYAN significa algo como “que possamos receber essa luz sagrada”. Ser o receptor dessa luz.
BHARGO DEVASYA DHIMAHI que na contemplação (dessa luz ) a nossa mente se ilumine
DHI YO YO NAH PRACHODHYAT – que essa luz possa iluminar todos os planos da nossa existência. (Bhur – Bhuvah e Swah).
Não temos aqui uma tradução literal, e sim uma tentativa de compreender a essência do seu significado. Que talvez seja mais ou menos:

Ó Gloriosa Luz que ilumina os três mundos
(físico,astral e espiritual)
Que possamos receber o teu esplendor e a tua gloria
Iluminando a nossa mente
Nós te suplicamos!
 
 
OS BIJA MANTRAS DOS CHACRAS
 
 
O Chacras (do sanscrito: rodas) são os centros de força situados no corpo energético e que têm como função principal a absorção de energia - prana, chi - do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico. Os principais chacras são sete – que estão conectados com as sete glândulas que compõem o sistema endócrino: coronário, frontal, laríngeo, cardíaco, umbilical, sexual e básico. Eis aqui os principais chacras e seus respectivos bija-mantras(1) de ativação.

CORONÁRIO (do sânscrito: "Sahashara": "O lótus da mil pétalas"): (3)
Topo da cabeça; ligado à glândula pineal (epífise);
Bija-mantra: "Brahmarandra" (4) ou o "OM".

FRONTAL (do sânscrito: "Ajnã": "Centro de comando"):
Testa; ligado a glândula hipófise (pituitária);
Bija-mantra: "OM".

LARÍNGEO (do sânscrito: "Vishudda": "O purificador"):
Garganta; ligado à glândula tireóide (e paratireóides);
Bija-mantra: "HAM".

CARDÍACO (do sânscrito: "Anahata": "Invicto"; "Inviolado"):
Coração; ligado à glândula timo;
Bija-mantra: "YAM".

UMBILICAL (do sânscrito: "Manipura": "Cidade das jóias"):
Cerca de dois centímetros acima do umbigo (controla toda a região do plexo
solar); ligado `a glândula pâncreas;
Bija-mantra: "RAM". (5)

SACRO (do sânscrito: "Swadhistana": "Morada do Prazer"):
Região do baixo ventre (pela sua própria localização no corpo, esse chacra
seria melhor denominado como "gênito-urinário"); ligado às gônadas (homem:
testículos; mulher: ovários);
Bija-mantra: "VAM".

BÁSICO (do sânscrito: "Muladhara": "Base e fundamento"; "Suporte"):
Base da coluna; ligado às glândulas supra-renais;
Bija-mantra: "LAM".

NOTAS:

(1) Bija-mantra (do sânscrito): "Núcleo vibratório de um mantra"; "Mantra-semente"; "Senha vibratória para evocação de uma determinada freqüência espiritual".

(2) Isso é só uma síntese. Há muito mais a considerar, tanto na parte teórica, como na parte prática de exercícios ativadores dos chacras. As variações das cores dos chacras, o número de pétalas (raios), suas funções vitais, os parachacras (chacras do corpo espiritual), o ectoplasma, enfim, há muito a estudar nessa área...

(3) O chacra coronário tem 972 pétalas (raios), sendo 960 na parte periférica e mais 12 raios em seu núcleo central (960 + 12 = 972). Por motivos esotéricos, os iogues arredondaram logo para 1000 pétalas.

(4) Brahmarandra (do sânscrito): "Portão de Brahman"; "Portão de Deus". É uma definição esotérica do orifício central (com suas 12 pétalas em estreita relação com o chacra cardíaco) do chacra coronário. É por isso que vários iogues narram projeções de consciência através do topo da cabeça. Eles fazem a kundalini ascender pelo nádi sushumna (conduto sutil principal que sobe pelo centro energético da coluna) e "esguichar" energeticamente pelo alto da cabeça. É a saída consciente pelo Brahmarandra. Em alguns casos, há também a ativação da glândula pineal no processo.

(5) RAM (do sânscrito: "Bija-mantra do chacra manipura"): Além de ser o bija-mantra do chacra umbilical, RAM é a abreviatura do nome do sétimo avatar de Vishnu: "Rama" (Ramachandra). É um mantra de considerável poder. Também significa "Virtude".

(6) Kundalini (do sânscrito): "Enroscada"; "Fogo Serpentino"; "Shakti". É a energia que entra no campo energético por intermédio do chacra básico. É também chamada genericamente aqui no Ocidente de energia telúrica (energia da terra) ou geoenergia. Contudo, essa definição ocidental é muito pobre. Os orientais, notadamente os hindus, tibetanos e chineses antigos (taoístas), aprofundaram-se bastante no estudo dessa energia. Há muito mistério em cima desse tema, principalmente por parte de gnósticos e iogues. Há também muita leviandade e ignorância das pessoas quando falam nisso. Alguns acham que é só "acender um foguete no traseiro" e decolar espiritualmente. Outros querem o despertar da kundalini sem sequer conhecerem o mecanismo dos chacras e dos nádis. Mas, os piores são aqueles que querem tratar disso sem nenhum amor ou crescimento espiritual compatível com tal empreitada consciencial. Aqui por e-mail fica difícil explicar um tema desse quilate, mas oportunamente postarei alguma coisa a respeito.

(7) Muitos autores retrógrados costumam dizer que estudar e ativar os chacras é perigoso (é a mesma história em relação à projeção da consciência). Na verdade, perigoso é segurar informação e prendê-la dentro de um grupo fechado, pois assim o resto da humanidade fica na ignorância, o verdadeiro perigo disso tudo. O perigo é querer envolver-se nesses assuntos de maneira egoísta ou leviana. Porém, quem quer crescer e sente em seu íntimo o chamado da espiritualidade em direção à maturidade consciencial, deve ir fundo, sem temor ou repressão de doutrinas, pessoas, institutos ou esquemas bolorentos de bloqueio de informação. O potencial está dentro de nós mesmos, adormecido, esperando nossa resolução consciencial. Chega de inércia! Isso é que é maya! (do sânscrito: "ilusão").

 
 
UMA PRÁTICA ESPIRITUAL COM O SENHOR DOS OLHOS DE LÓTUS
OM MAHARAJA - O Grande Rei do Coração
 

Krishna

"Quem Me chama com sinceridade, mesmo envolvido nas trevas mais profundas, transcenderá o jugo das ilusões e perceberá o Meu amor brilhando em cada ser!"
Acabei de fazer uma pequena prática espiritual e como meu ambiente está preenchido de vibrações maravilhosas, fruto das irradiações energéticas invisíveis que são emanadas aqui de casa para toda a humanidade - é a maneira que sei de ajudar em alguma coisa - e da presença de alguns amigos extrafísicos cheios de alegria que inspiram esse trabalho, quero compartilhar com os leitores um pequeno recurso que uso para sintonizar as vibrações de Krishna.Trata-se do mantra "Om Maharaja".
Por favor, com muita humildade e boa vontade, sente-se confortavelmente de olhos fechados e faça da seguinte maneira:
Eleve os sentimentos e pense: "EU SOU LUZ!"
Leve a atenção com paciência até a parte central interna do peito -
região do chacra cardíaco.

Visualize uma terna flor desabrochando tranqüilamente ali no centro do peito - escolha o tipo de flor e cor que quiser.
Como se sua voz interior estivesse bem no centro da flor, repita suavemente - apenas mentalmente - o mantra "Om Maharaja", por alguns minutos e peça a Krishna e suas hostes de trabalhadores espirituais que enviem um fluxo de luz do seu coração ao coração de todos os homens.
Afaste qualquer dúvida ou mediocridade de seus pensamentos e sinta a luz de Krishna dentro de sua flor.
Fique assim por alguns minutos e sinta-se muito bem!

WAGNER BORGES

 

Observações:
*Esse mantra afasta o medo e protege de agressões parapsíquicas.
*Ajuda a harmonizar o ambiente da pessoa.
*Faz surgir um contentamento interno e uma intensa vontade de compartilhar tudo de bom com os outros.
*Literalmente, a pessoa fica possuída por uma doce alegria.
*Isso melhora a sintonia com os amigos extrafísicos.
*Se for feito diariamente, apenas por alguns minutos, aumenta
*consideravelmente a concentração e a confiança da pessoa.
*Pessoas que perderam familiares - as quais tenho ensinado esse mantra têm narrado melhorias consideráveis em suas emoções. Elas sentem um grande conforto espiritual em seus sentimentos. Sentem que seus corações estão sendo curados, transformados por suaves energias oriundas delas mesmas e de seus amigos extrafísicos. Sentem-se agradecidas e com vontade de viver, o que é mais importante. Em alguns casos, relatam que o fluxo de luz-amor gerado pelo mantra guiou seus familiares nos planos extrafísicos. E há casos em que houve real contato espiritual.
*É um ótimo mantra para manter na mente na hora de dormir, pois predispõe a pessoa para projeções conscientes - experiências fora do corpo - com os amparadores extrafísicos.
*Se possível, faça essa prática ouvindo alguma música bem suave, viajante, que estimule a pensar no divino.
*Essa não é uma prática adequada para pessoas que queiram permanecer sofrendo ou odiando.
*Teste essa pequena prática com paciência e veja os resultados. No mínimo, seu coração se transformará em um Sol peitoral e aí, surgirá uma grande vontade de dizer silenciosamente para Krishna e para os amigos extrafísicos:
"Obrigado, queridos!"
Om Maharaja - do sânscrito Om Maharaj. Om é "o Verbo Divino"; "O Som Divino";"a Vibração interdimensional". Maha - "Grande"; "Incomensurável". RAJ - ou RAJA - "Rei"; "Real".
Logo, o mantra significa "Grande Rei". Refere-se a Krishna, o Grande Rei dos corações; o Grande Rei de amor-luz; o Grande Rei que é o verdadeiro Senhor da alegria divina que mora nos corações. Para melhor entendimento, é como um cristão referindo-se a Jesus como o Grande Rei do amor. E, diga-se de passagem, feliz é o coração que tem como rei alguém como Jesus, Krishna, Buda, ou alguma das consciências elevadas que ajudam a humanidade.

Eis outros epítetos de Krishna que são considerados como mantras:
GHANSHAYAM: "O Sempre-Jovem".
KESHAVA: "Senhor da felicidade".
CHIRASATI: "O Eterno companheiro".
CHITACHOR: "Ladrão de corações".
 
 
 
 
 
ANATOMIA SUTIL
 

Uma das principais razões pelas quais a medicina tradicional reluta em validar os métodos alternativos de cura é o fato de deles encararem o corpo físico como a única dimensão da existência humana. A própria consciência foi considerada por muito tempo apenas como um subproduto do sistema nervoso central.
Dentro dos paradigmas (modelos) mecanicistas e reducionistas que norteiam a medicina moderna, o cérebro é visto como um complexo e sofisticado biocomputador. Mas se o cérebro é um biocomputador, ele tem necessidade de um programador para instruir o sistema. Essa entidade consciente que utiliza o biomecanismo do cérebro e do corpo é a alma ou espírito humano.
O programador - o espírito – atua sobre o hardware que conhecemos pelo nome de cérebro e corpo, através de uma série de sistemas energéticos de dimensões mais elevadas, que a ciência ainda não reconhece.
O sistema físico, portanto, não é um sistema “fechado”. É apenas um dos sistemas interativos que coexistem em um equilíbrio dinâmico. Esses sistemas energéticos superiores são chamados corpos sutis. Estão fisicamente sobrepostos uns ao outro no mesmo espaço. São constituídos de matéria com características vibracionais diferentes do corpo físico. Energias de freqüências diferentes podem coexistir no mesmo espaço sem que se produza uma interação destrutiva.
As camadas energéticas que chamamos de aura, os centros de forças chamados chacras, canais por onde flui a energia, denominados nádis, além dos meridianos da acupuntura, o corpo etérico (ou duplo etérico), são partes da anatomia humana multidimensional.
Não se trata de um conceito meramente esotérico a constatação de que campos energéticos permeiam e afetam a matéria. Esse conceito – além de já ser conhecido pelos chineses e hindus há milênios - tem sido um princípio fundamental da teoria da Física há mais de um século.
Infelizmente a ciência ocidental ignorou por muito tempo as descrições dos componentes etéricos da fisiologia humana, pelo fato da sua existência não poder ser provada pela dissecação anatômica. Atualmente, de posse de novas tecnologias, começamos a obter as primeiras confirmações de que esses sistemas de energias sutis existem efetivamente e influenciam o comportamento fisiológico dos sistemas celulares. Os cientistas modernos já reconhecem que pensamentos e emoções afetam a estrutura celular do organismo humano.
A medida que as pesquisas multidisciplinares sobre a anatomia sutil humana forem avançando, haverá uma maior compreensão e conseqüentemente uma maior aceitação do fato de que terapias suaves a base de florais e ervas, reiki, cromoterapia, visualização criativa, meditação, etc... podem ser agentes de cura muito eficazes.
E que o sucesso das tecnologias médicas atuais pode ser significativamente aumentado através dessas terapias complementares. (Fonte: Gerber, Richard. Medicina Vibracional. Editora Cultrix)

AURA - A palavra AURA vem do latim e significa sopro de ar. Aura é o halo luminoso, multicolorido, que envolve e interpenetra o corpo físico, refletindo, energeticamente, o mundo íntimo da consciência encarnada, seus pensamentos, sentimentos e experiências.
Pode ser definidos como o campo resultante de emanações de natureza eletromagnética, que envolve todo ser humano, refletindo, não só a sua realidade evolutiva e seu padrão psíquico, como também sua situação física e emocional do momento, espelhando seus pensamentos, sentimentos, desejos, idéias, opiniões, etc.

DUPLO ETÉRICO ou CORPO ENERGÉTICO - É um envoltório energético, que varia entre 1,5 e 5 cm de espessura, que reveste todo o corpo somático (fisico).
É uma zona intermediária, pela qual passam as correntes energéticas que mantêm o corpo humano vivo. Uma zona de contato que une o corpo físico ao Psicossoma.
O duplo etérico tem importante papel nas terapias energéticas. Está ligado à doação ou exteriorização de energias
É muito confundido com o perispírito ou corpo astral (psicossoma). É o veículo e a reserva da nossa energia vital, absorve o fluido vital e o distribui pelo corpo humano, além de transformá-lo em fluidos sutis enviando-os ao corpo astral (perispírito)
De acordo com a linha de pensamento, o duplo etérico pode também receber vários outros nomes como corpo vital, corpo bioplasmático, duplo energético, corpo etérico, corpo energético, holochacra, duplo vital, etc.

ETÉRICO - a palavra vem de éter, e se refere aqui a um estado de energia mais sutil.
NADIS-são condutos energéticos situados em nosso corpo etérico e que tem como função o transporte da energia vital. Segundo descrições de clarividentes, os nadis possuem a aparência de veias energéticas como um gás neon. Os nádis são, portanto, linhas de força que não devem ser confundidas com os nervos do corpo físico, embora estejam em relação com eles, como os chakras estão em relação com os plexos e órgãos do corpo físico. São condutores de energia. O número de Nadis é muito variado na literatura hindu: alguns dizem que são em 72.000; outros em 550.000. Dentre estes os principais são o SUSHUMNA, IDA E PINGALA. Sushumna supera a todos os outros em importância.
PSICOSSOMA - O psicossoma pode ser definido como a contraparte extrafisica do corpo físico, ao qual se assemelha e com o qual coincide minuciosamente, parte por parte. E uma réplica exata do corpo físico em toda a sua estrutura.
A diferença entre os corpos está em que o psicossoma é constituído de matéria astral, que vibra numa freqüência mais sutil e é infinitamente mais refinada do que a matéria física que constitui o corpo físico. Ele também é denominado de CORPO ASTRAL, PERISPÍRITO, DUPLO ASTRAL, CORPO FLUÍDICO, CORPO ESPIRITUAL ETC.

VIBRAÇÃO - Quando falamos em vibração, estamos usando simplesmente um sinônimo de freqüência. A matéria que vibra numa freqüência muito lenta é chamada de matéria física. Aquela que vibra em velocidades maiores que a luz é chamada de matéria sutil. A matéria sutil é tão real quanto a matéria densa: sua taxa vibratória é simplesmente mais rápida. No inicio do século XX, quando Einstein apresentou ao mundo a sua equação E=mc2, ele provou aos cientistas que energia e matéria são duas manifestações diferentes da mesma energia universal.

 
 
TERAPIA FLORAL, OS CHACRAS E OS ELEMENTOS
 

Os florais podem atingir níveis elevados da nossa anatomia sutil. Todas as essências florais trabalham os quatro elementos (Terra, Fogo, Água e Ar) – embora algumas tenham predomínio de um determinado elemento.
O corpo humano contém em si milhares de “pontos de energia”.
Existe contudo, centros maiores, onde a energia se concentra, denominados CHACRAS.

Os chacras são na realidade “vórtices de energia”. Cada um deles tem relação com glândulas ou pontos vitais do corpo físico e também com um determinado elemento. São eles:


CHACRA BÁSICO ou Muladhara

Localizado no Plexo Sacral, na altura do cóccix. Relaciona-se as Glândulas Supra Renais, ao esqueleto e a linfa .
É onde nasce a Kundalini – a energia da vida que sobe pela coluna. Corresponde ao elemento Terra.
O elemento terra está relacionado com a nossa Natureza a nossa sustentação – nossa postura perante o mundo – nosso instinto de preservação.
No sistema inglês Florais de Bach, existem essências estruturais que são de extrema valia para trabalhar o elemento terra, e consequentemente o chacra a ele relacionado.
Wild Oat – Crap Apple – Centaury – Beech – Hornbean – Mimulus – Gentian – Willow – Chestnut Bud – Rock Water.
   
CHACRA SEXUAL ou Swadhistana
Localizado no Plexo Lombar, corresponde a área de nossas gônadas, nosso sistema reprodutor.
Relaciona-se com o elemento Água.
O elemento água está relacionado com o “fluir da vida”, aos nossos sentimentos e sensações.
Os Florais de Bach que atuam com mais propriedade nesse
elemento são:
Agrimony – Aspen – Water Violet – Wild Rose – Cherry Plum – Gorse – Star of Bethlehem – Chicory
   
CHACRA UMBILICAL  ou Manipura
Localizado na altura do Plexo Solar.
Trabalha o nosso sistema digestorio, nossa pele, músculos.
A glândula correspondente é o pâncreas .
Está relacionado ao elemento Fogo. O elemento fogo está relacionado ao nosso sangue e aos nossos processos transformação, ao como nos colocamos no mundo, a nossa AÇÃO.
Os Florais de Bach que mais atuam no elemento fogo são:
Holly – Honeysuckle – Vine – Sweet Chestnut – Vervain – Mustard – Rock Rose – Impatiens – Heather - Elm
   
CHACRA CARDÍACO ou Anahata
Localizado no Plexo Cardíaco.
A glândula correspondente é o Timo.
Rege o nosso sistema imunológico, a respiração e a circulação (sistema cardio-respiratório). Está relacionado ao elemento Ar.
O elemento ar trabalha o nosso Pensamento – o movimento de interiorização e exteriorização psíquica.
OsFlorais de Bach que atuam no elemento Ar são:
Pine – Olive – White Chestnut – Red Chestnut – Walnut – Clematis – Cerato – Scleranthus – Larch – Rescue Remedy
   

CHACRA LARÍNGEO (Vishuda)
Localizado na altura do Plexo Cervical. A glândula correspondente é a Tireóide (e as paratireóides). Rege o nosso metabolismo.
O chacra laríngeo, tem ligação com o nosso modo de expressão no mundo – a palavra. Conseqüentemente trabalha também a criação.

Na Bíblia – Gênesis – que quer dizer criação.
No princípio era o Verbo – e o Verbo disse: “Faça-se a Luz!” e a Luz se fez...

O Chacra laríngeo está relacionado ao elemento Éter. O éter ou Akasha é o elemento que contém em si todosos outros elementos. Relaciona-se com a nossa exteriorização através da fala e também aos nossos processos criativos. Podemos então relacionar alguns florais do sistema Bach ao elemento éter, atuando através de outros elementos.
Rescue Remedy (éter+os 4 elementos) - Heather ( éter/fogo) - Agrimony e Water Violet (éter/água) – Larch e Cerato (éter/ar) – Centaury (éter/terra).
Obs: Existem outros florais, de outros sistemas que trabalham magnificamente o chacra laríngeo – a comunicação e a expressão criativa, de forma mais específica dentro de cada quadro apresentado pelo paciente.
Os florais acima mencionados são apenas uma ilustração sobre a possibilidade quase infinita de unir-se o trabalho com os chacras e a terapia com os florais

   
CHACRA FRONTAL ou Ajna
Localizado na altura do Plexo Carotídeo. A glândula correspondente é a hipófise (ou pituitária), que controla todo o nosso sistema endócrino.
É o chacra da nossa Sabedoria Interior e relaciona-se com
a nossa visão, tanto física como metafísica.

Para um trabalho inicial com este chacra, eu sugiro os florais
Cerato (éter/ar) e Chestnut Bud (éter/terra) do sistema Bach.
Contudo, florais como Califórnia Poppy , Lotus , Angélica,
Queen´s Anne Lace, Black-Eyed Susan, Shasta Daisy, Star Tulip
,
do sistema Californiano, bem como alguns florais do sistema Minas (Luceris por exemplo) e muitos outros do Sistema Australiano, dos Florais do Alasca, do Sistema Saint Germain... mostram excelentes resultados, dependendo da causa do bloqueio no referido centro energético.

 

   

CHACRA CORONÁRIO ou Sahasrara
È o chacra que se localiza no topo da nossa cabeça, na altura da glândula Pineal (ou epífise), a glândula receptadora e controladora da Luz que entra em nosso corpo. É o ponto de contato do nosso eu interior com o nosso eu superior. O floral Gentian (o éter atuando no elemento terra, ou seja o céu na terra) do sistema Bach éindicado para o coronário.
Curiosidade: As flores do Floral de Bach Gentian - (Gentiana Amarella, por causa da raiz amarelada) - tem uma coloração que vai do violeta azulado ao violeta púrpura e só brotam se a planta for muito exposta à Luz.
Nos ritos da Umbanda, o Boldo (chamado de “Erva de Oxalá” ), também tem flores de coloração violeta e o banho feito com água e com as suas folhas maceradas (amaci), deve ser jogado da cabeça para baixo para fortalecer a "coroa" do médium. Se utilizarmos os dois elementos (banho com folhas de boldo acrescido de 21 gotas do floral Gentian) – termos uma excelente efusão para energização do chacra coronário.
O presente estudo não tem a pretensão de ser um “manual de cura” , mas apenas uma referencia para aqueles que querem ampliar os seus conhecimentos sobre os florais e sua área de atuação.

 
Observações importantes:
Utilizei como referencia nessa pesquisa os Florais de Bach. Contudo utilizo em minha prática, diversos sistemas (californianos, australianos, pacífico, minas, saint germain, etc ).
Utilizo também para uso externo as chamadas sinergias, onde os florais e elixires de cristal (sistema Living Light-Canadá) são aliados a aromaterapia – (óleos essenciais puros). A minha prática tem comprovado a eficácia de tal tratamento, que aliado ‘a outras formas de terapia energética (ou mesmo a psicoterapia) acelera oprocesso, que dependendo do caso, poderia durar anos.
 
 
OS FLORAIS E O CHACRA COORDENADOR
O Chacra Coordenador é um ponto energético que no físico, está localizado no Plexo Coróide, no 4º ventrículo da cabeça, que fica entre o cerebelo, mesencéfalo e ponte. Recebe as energias que vêm dos chacras inferiores e as encaminha para os chacras Frontal e Coronário. Ele coordena as energias e trabalha nossas capacidades físicas e espirituais. Tem como funções coordenar as energias psíquicas (astrais) superiores e o envio dessas mesmas energias ao mental (e vice-versa). Dá ao ser humano o equilíbrio e a harmonização.
Os florais abaixo relacionados atuam sobre esse centro:
Cerato - Rock rose – Larch – Cherry plum – Gentian – Scleranthus – Elm
Obs: Eu utilizo muito o elixir de cristal Sacred Emerald (Esmeralda Sagrada) do sistema “Living Light” – em casos de desequilíbrio no chacra coordenador, muitas vezes manifestado na forma de labirintite.
 
 
OS FLORAIS E OS CHACRAS OCULTOS
 

 

1 – MANAS – Tem seis pétalas. Está ligado à tireóide. Pode ser atingido em casos de traumas e choques (Floral: Star of Bethlehem). Alimenta-se energeticamente através dos nossos sentidos. Florais para energização e equilíbrio : Wild Rose e Cherry Plum

2 – SOMA – Tem 16 pétalas. Trabalha a nossa alegria, serenidade, meditação, concentração, e consciência celular. Floral: Chestnut Bud

3 – NIRLAMBA PURI – Fica acima do chacra frontal. É a sede da nossa religiosidade, onde acontece também a nossa individuação (segundo Jung). Floral: Walnut

4 - PRANAVA MADA BINDU – Distribui o Prana para o cérebro. Sede do Paramahansa (HAM= expiração – SA= inspiração). Florais: Aspen, Olive, Wilow e Rescue Remedy

5 – AMAKALA – Local onde transcendemos a noção de tempo e espaço. Segundo a filosofia Yogue, o Nirvana.
Segundo a Dr. Carmem Monari, o floral ELM (elemento fogo), que trabalha a responsabilidade, nos ajuda a assumir nossa missão aqui na Terra.
Eu penso que, a partir da consciência de que é a EVOLUÇÃO o principal proposito da nossa existência aqui na terra - ao trabalharmos as nossas responsabilidades (internas e externas), vamos aos poucos vencendo as ilusões do mundo e conseqüentemente caminhando dentro do nosso processo evolutivo, adquirindo assim a nossa libertação.

 
 
ALINHAMENTO VIBRACIONAL DOS CHACRAS
 
 
O floral “Lótus” do sistema californiano é excelente para “alinhar os chacras” ou seja, trazê-los para uma freqüência vibracional equilibrada. Integra de forma harmoniosa os centros energéticos superiores com os inferiores. Pode ser de extrema ajuda para médiuns e sensitivos que costumam ser “hipersensíveis” as medicações vibracionais. É interessante tomá-lo primeiro por um período de 7 dias, antes de entrar com a formula floral propriamente dita.
 
 
 
Assim emerge o ser humano, um filho de Deus encarnado no mundo da forma, com uma mão segurando firmemente a matéria e a outra submersa em um mar de amor. Uma antiga escritura assim expressa:
Quando a mão direita do homem material toma a flor da vida
e a arranca para ele, a mão esquerda permanece vazia.
Quando a mão direita do homem material toma o lótus dourado da alma,
a esquerda se volta buscando a flor da vida,
ainda que o faça para fins egoístas.
Quando a mão direita sustenta firmemente o lótus dourado
e a mão esquerda toma a flor da vida,
o homem descobre que é a planta das sete folhas (chacras)
que floresce na Terra e também diante do trono de Deus.

( Mestre Tibetano Dwhal Khul, através de Alice Bailey in psicologia Esotérica Vol.II)