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A rapidez com que a sociedade tem se desenvolvido desde o final do século XX gerou mudanças nos hábitos de aprendizagem e na maneira como o homem constrói o seu conhecimento.

A educação moderna não privilegia mais a busca pelo conhecimento, a pesquisa e a elaboração do que se aprende. A maioria das pessoas, hoje pode ser considerada “analfabetos funcionais”, pois embora decodifiquem os signos linguísticos, não conseguem perceber o que está “além” das palavras escritas. Não estudam, decoram as palavras, sem extrair o significado do que leem.

A sociedade moderna e o sistema capitalista instauraram no homem a máxima “tempo é dinheiro”. O efeito colateral dessa postura é a necessidade (ou a ansiedade) de conhecer tudo rapidamente e de modo superficial. Essa superficialidade acabou por contaminar também o estudo das ciências ocultas no século XX.

O conhecimento “esotérico” (oculto) tornou-se “exotérico” (aberto) e é bom que assim seja, pois é um movimento que faz parte do processo evolutivo da humanidade terrena.

Contudo, o ritmo acelerado imposto pela modernidade gerou muitos “resumos” – fazendo com que todo esse conhecimento simbólico se fragmentasse, se diluísse, gerando interpretações “rasas”, superficiais.

Essa maneira pouco profunda de lidar com esse conhecimento serviu (e ainda serve), apenas como combustível para alimentar muitos grupos “esquisotéricos”, onde pseudos mestres, de posse de alguns preceitos, se arvoram como grandes detentores dos “conhecimentos ocultos”, acreditando na premissa de que “Em Terra de cego, quem tem olho é Rei”.

Mas o conhecimento não é algo para permanecer “oculto”, privilégio de alguns poucos iluminados. O conhecimento é como uma onda que permeia tudo. Ele está aí, posto na Natureza (tanto material como espiritual), manifestando-se através de símbolos – que é a verdadeira linguagem universal. E nós, seres espirituais que somos, temos todas as condições para decodificarmos estes símbolos.

A evolução é a Lei da Vida e a evolução passa necessariamente pela busca desse conhecimento simbólico, que nos leva ao que realmente interessa, que é o Autoconhecimento.

Conhece-te a ti mesmo. É esse o segredo “oculto” por trás das antigas ciências como a Astrologia, o Tarô, as Runas, a Numerologia, e tantas outras.

Infelizmente, grande parte do verdadeiro conhecimento contido nelas submergiu diante da superficialidade e do imediatismo do homem moderno. Releituras pouco profundas fizeram com que preciosas chaves contidas nas Antigas Ciências Simbólicas se perdessem, fazendo com que muitas delas sejam conhecidas hoje apenas como formas de predizer o futuro.

Quando ministro um curso (de Numerologia ou Reiki, por exemplo), onde me proponho a partilhar o que sei com outras pessoas, costumo ressaltar que o curso é apenas uma “iniciação”. Ou seja, o inicio de um processo de busca pelo conhecimento. E que o caminho é longo.

Há muito que se ler (usando sempre o bom senso e o discernimento para separar o “joio” do trigo), há muito a ser pesquisado e como o conhecimento também esta sujeito a leis da evolução, há muito ainda a ser descoberto.

O homem é uma célula contida no Todo. Ao mesmo tempo em que ele reflete o Todo é também refletido por ele. Quando buscamos o conhecimento, movidos pelo amor e pela vontade de nos tornarmos melhores, evoluímos. E a nossa evolução se reflete no Todo.

Por que segundo os princípios herméticos contidos na Tabua de Esmeraldas, atribuído a Hermes Trimegisto:

“O que está abaixo é como o que está acima, e o que está acima é como o que está abaixo, para operar o milagre de uma só coisa”.

Com amor

Irene Carmo Pimenta

 

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