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I – OS FESTIVAIS DA LUA CHEIA

O Zodíaco é uma representação de um sistema cósmico e as energias de cada signo são na verdade pura energia cósmica. Todos nos temos essas doze energias (representadas pelos signos do Zodíaco) em nossos mapas astrológicos. A cada mês, durante a Lua Cheia, essas qualidades fluem em maior quantidade para a Terra e para a Humanidade, estimulando a vida no Planeta.
O ciclo lunar é uma onda de criação que vem frutificar quando a lua está cheia. Cada lua cheia traz a revelação e a possibilidade de cura para o corpo, a mente, e a alma. A Lua é a mãe, por isso vem refletir a luz do sol espiritual para nutrir, suportar, proteger e trazer para floração as sementes da criação.

Para as antigas tradições, durante a Lua Cheia ocorre uma transmissão de energia do plano espiritual para a humanidade, Essas “dispensações energéticas” que ocorrem durante a Lua Cheia tem um efeito especial no desenvolvimento da humanidade – de acordo com o signo do Zodíaco no qual se situa o Sol no momento da irradiação.

A Lua Cheia é como um jarro que derrama para fora um elixir curativo. A dispensação celestial continua por três dias que seguem o dia da Lua Cheia. Calma, equilíbrio, respiração, meditação, yoga, música, mantras, danças e preces, ajudam a sintonizar-se para receber as bênçãos divinas.

Todas as Luas Cheias têm importância espiritual, pois estabelecem atributos divinos na consciência do homem, mas existem Três Festivais Maiores – três Luas Cheias Especiais, onde são estabelecidos os três Aspectos Divinos.

São as três principais irradiações energéticas do plano espiritual para a humanidade. Não são apenas rituais simbólicos – mas são pontos de precipitação de energia cósmica, vindas da espiritualidade para todo o planeta. Essas energias são tão definidas e reais como são as de que se ocupa a própria ciência que as chama de raios cósmicos.

Estes Festivais, que acontecem em três meses consecutivos, concentram uma atividade espiritual prolongada, um “quantum” energético, que tem o poder de afetar todo o ano. Cada um deles tem um significado.

São eles:

O FESTIVAL DA PÁSCOA (Lua Cheia de Áries) – a festa do Cristo Vivo (Senhor Maitreya) , do mestre de todos os homens e Chefe de toda a Hierarquia Espiritual que trabalha em prol do Planeta Terra. E o Festival do Amor Divino. A grande Festa Cristã do Ocidente.

O FESTIVAL DE WESAK – (Lua Cheia de Touro) – a festa de Buddha, que é a Expressão da Sabedoria de Deus, a Incorporação da Luz e do Propósito Divino. É o Festival da Iluminação. O Grande Festival do Oriente.

Segundo os Ensinamentos da Antiga Sabedoria o Wesak é o momento mais importante do ano, pois um evento celestial real se manifesta sobre a Terra. Considera-se que o Festival de Wesak seja um tempo em que o próprio Deus, transmitindo através de Buddha e de Cristo (Senhor Maitreya), envia uma benção para a Terra. Durante séculos tem sido celebrado na Índia e sempre ocorre na Lua Cheia de Buddha (A Lua Cheia de Touro). Durante esse tempo, a humanidade pode se alinhar completamente com forças espirituais que não estão à disposição em outras ocasiões do ano. A força dessa benção nos estimula espiritualmente e nos deixa mais preparados para servir completamente ao Plano Divino.

O FESTIVAL DA BOA VONTADE – (Lua Cheia de Gêmeos) – a festa do Espírito da Humanidade, que procura se harmonizar com a Vontade Divina. É a festa do reconhecimento da Natureza Divina da Humanidade.

Os festivais espirituais oferecem a oportunidade para todos os povos, independente da fé que professem de cooperar com a elevação espiritual do planeta. Eles são uma forma de aproximação espiritual unindo a humanidade ao divino. Podemos todos, independente de raças ou credos, nos sintonizarmos com eles através da meditação ou de rituais.

II – O FESTIVAL DE WESAK

O cerimonial do Wesak acontece no vale real do Wesak no Himalaia – na Lua Cheia de Touro – a lua mais poderosa do ano. De acordo com a tradição, Buddha encarnou e alcançou a iluminação na Lua Cheia de Touro. E o Buddha retorna nesta hora a cada ano para trazer uma nova luz ao mundo.    

A força da lua está localizada no momento que segue ao pôr do sol – quando a lua está se levantando e a meia noite quando a lua está no céu auge no céu. Os místicos dizem que é nesse momento que a energia do Buddha é irradiada, curando e regenerando a Terra.

Buddha é a expressão da sabedoria de Deus – da incorporação da Luz, e é por causa dessa iluminação que a humanidade pode reconhecer o Cristo (Senhor Maitreya), a incorporação do princípio do Amor Maior.

A cada ano, na época do Wesak, dois grandes caudais de energia – um focalizado através do Buddha e outro através do Cristo (Senhor Maitreya) – são fundidos e misturados – e precipitados para a Terra.

A Grande Hierarquia Espiritual se recolhe no Vale do Wesak – uma elevação mística no Himalaia.  Conduzidos pelo Cristo (Senhor Maitreya) – os mestres espirituais que trabalham pela evolução do planeta terra, posicionam-se em um grande pentagrama (o símbolo venusiano que representa a alma do mundo “anima mundis”) em volta de uma grande vasilha de água, representando a renovação. O Buddha aparece (materializa-se) e transmite as energias cósmicas para a água – os Mestres liderados pelo Cristo (Senhor Maitreya) – recolhem a energia e  irradiam para a humanidade.

Este alinhamento Cósmico ocorre durante oito minutos centrados no momento da Lua Cheia do Wesak.

III – PARTICIPANDO CONSCIENTEMENTE DO WESAK

O festival de Wesak é um grande evento espiritual, com um efeito muito poderoso sobre a humanidade. Os participantes transformam-se em canais para as energias elevadas liberadas por esses dois pontos focais – Buddha e Cristo (Senhor Maitreya).

Todos podemos participar do Wesak – viajando nos Merkabah de Luz dos Mestres Ascencionados, podemos nos dirigir ao Vale do Wesak no momento da Lua Cheia, nos sintonizando com as energias budicas e cristicas.

Wesak é um momento incomum, na vida espiritual do planeta.  Na união das energias cristicas e budicas é aberto um canal, uma comunicação entre a humanidade e o divino. É feita uma aproximação entre a humanidade e aqueles que guiam o nosso planeta, de modo que aqueles que estejam abertos possam contatar energias, que de outra forma não estariam disponíveis. Ao participarmos do festival seremos também receptores dessa força espiritual e principalmente seremos distribuidores.

Como canais nos devemos estar preparados para nos dedicarmos ao serviço de captação, contenção e distribuição das energias para a humanidade. Devemos considerar o dia do festival, como um dia de silencio, introspecção, um dia para servir – mantendo a o silencio e a paz interior – (que servirão mais que as palavras).

Nos dias que precedem o Festival devemos intensificar os nossos esforços, renunciando a tudo que nos impede de ser “canal de força espiritual”. Dois dias antes da Lua Cheia devemos nos ater a uma atitude de dedicação e serviço – colocando-nos a disposição da Grande Hierarquia Cósmica. A hierarquia trabalha através dos grupos de almas e ela precisa da energia desse grupo, para poder irradiar as energias para todas as almas do planeta. Portanto todos que estiverem participando deverão estar firmemente conectados a Luz. Não devemos ficar ansiosos, mas simplesmente nos colocarmos amorosamente a serviços dos seres de Luz, para que possamos atuar em benefício de todas as almas – independentes da fé que professem.

Nos dois dias que antecedem o Festival – o foco da nossa atenção não deve estar em nós, no nosso mundo externo, e sim em nosso mundo interior. O nosso esforço deve se concentrar para que as energias cósmicas, espirituais, possam ser contadas pela nossa alma e possam ser irradiadas através dela. Esse e o nosso trabalho de cooperação durante o Wesak.

O esforço da hierarquia espiritual é um esforço de cinco dias, precedido por um período intensivo de preparação. O trabalho da hierarquia começa exatamente quando “o sol começa a se mover para o norte”

Quando o Senhor Buddha andou na Terra, disse aos seus discípulos que o esforço espiritual bem-sucedido de uma natureza curativa não foi adiante exceto pelas preces e pelo jejum.

O Festival de Wesak é um esforço de um grupo para o benefício de um grupo maior. Por um curto período e com um objetivo bem definido (desejos santificados, pensamentos iluminados e aspirações elevadas) estaremos nos sintonizando com as energias budicas e cristicas em prol de toda a humanidade.

Nos rituais religiosos os sacerdotes agem como pontos focais. No cerimonial do Wesak todos são sacerdotes. A única qualificação é a capacidade de se alinhar com as forças da Luz – cooperando com as outras almas.

No mútuo serviço em prol da humanidade, Buddha e Cristo (Senhor Maitreya) ligam o Oriente e o Ocidente – unindo as principais religiões do mundo em um dia de amor compartilhado – em que as diferenças religiosas desaparecem. Através de Buddha a sabedoria de Deus é vertida. Através do Cristo Maitreya, o Amor de Deus é manifestado para a humanidade.

“Se sua fé no que eu disser, for do tamanho de um grão de mostarda, se vocês acreditarem firmemente no trabalho do espírito de Deus e na Divindade do Homem, então esqueçam-se de vocês mesmos e consagrem cada esforço seu, a partir do momento que receberem essa comunicação, à tarefa de cooperação no esforço organizado para mudar a corrente de assuntos pessoais e mundiais, através do aumento do espírito do Amor e de Boa Vontade no mundo durante o mês de maio”.

DJWHAL KHUN sobre o Wesak, numa passagem do Livro de Alice Bailey “The Rays and Initiations II

 

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O ritual de Wesak (ou Festival de Buda) em 2026 deve ser realizado no dia 1º de maio, acompanhando o ápice da Lua Cheia, que ocorre exatamente às 14h22 (horário de Brasília).

Este é o momento mais potente do ano para meditações de cura e expansão da consciência, pois celebra simultaneamente o nascimento, a iluminação e a passagem de Buda.Se puder, faça um pequeno ritual – pode ser doze horas antes ou até doze horas depois -sozinho ou reunido com pessoas que desejem se sintonizar com as energias do Wesak. Peça aos participantes que façam uma limpeza energética, um ritual de purificação antes; pode ser uma meditação de purificação, uma caminhada pela natureza, um banho de ervas, ou conforme a intuição de cada um.

Consagre o espaço onde será feito o ritual, limpando, usando incensos, envolvendo o espaço com formas-pensamentos de luz, amor e paz. Entoe cantos ou mantras, ou simplesmente coloque uma fita ou um cd com uma música que eleve as frequências vibratórias do local. O mais importante é que todos se alinhem energeticamente com o evento.

Caso queira, faça um pequeno altar simbolizando a celebração de Wesak. Pode incluir figuras/símbolos que representem Buddha ou Cristo e uma vasilha de vidro ou cristal – representando a bacia cerimonial – cercada de cristais de quartzo rosa. O quartzo rosa é usado para amplificar a qualidade amor-sabedoria; é um símbolo que combina o amor do Cristo e a sabedoria do Buddha. Se quiser use também um cristal de quartzo grande para ajudar o grupo a sintonizar-se com o cerimonial que acontece no Vale de Wesak no Himalaia.

Como parte do ritual derrame a água na bacia (pode colocar flores brancas na água, como gardênias ou pétalas de rosa). A água permanecerá no altar durante todo o ritual e a meditação*. Quando terminar a meditação, os participantes compartilharão a água em um ritual de comunhão. A água restante poderá ser distribuída em pequenos frascos para que todos possam levar para casa, para ser usada futuramente. Termine o cerimonial com uma prece, uma invocação, sons sagrados (mantras) ou simplesmente com uma música.

*SUGESTÃO DE MEDITAÇÃO

Durante o Wesak devemos ter em mente que:
1° – Na lua cheia de Touro (a lua do Buddha) um “quantum” de energia é estabelecido pelo alinhamento dos corpos celestes – o sol e a lua, planetas e estrelas – gerando um poderoso campo de força cósmica.
2° – Os mestres, liderados pelo Cristo Maitreya, estarão reunidos em algum ponto do Himalaia, manipulando as energias – as bênçãos irradiadas pelo senhor Buddha – tornando-as disponíveis para os grupos que a eles se conectem pelo pensamento e pela intenção.
3° – As energias estarão sendo diretamente dirigidas aos vórtices de força da Terra e que são suficientes para atrair os corpos etéricos dos Mestres que velam pela Terra sem corpos físicos, e ainda que apenas essa presença resulta na elevação do nível vibratório, auxiliando a tarefa de iluminação do planeta.
4° – Em várias partes do mundo outras pessoas estarão em meditação e em estado receptivo, procurando fazer contato com seu “Eu Interior” e com os Mestres, se transformando em “dínamos” de irradiação de vibrações positivas. Essas vibrações, visualizadas como luz, somente poderão ser trazidas à Terra pela humanidade encarnada.

 

PREPARAÇÃO PARA A MEDITAÇÃO

Mantra da Alma e da Mônada (repita o mantra 3 x )

Eu sou a alma 

Eu sou a luz divina

Eu sou amor 

Eu sou vontade

Eu sou firme propósito 

Eu sou a mônada

Eu sou a luz divina 

Eu sou amor

Eu sou vontade 

Eu sou firme propósito

O mantra da alma foi trazido à Terra pelo Mestre Ascensionado Djwhal Khul, com as canalizações de Alice Bailey. É um dos mais profundos mantras de todo planeta e deve ser recitado cada vez que um trabalho espiritual esteja para ser iniciado.

1 – Sente-se em uma posição cômoda. Procure apoiar os pés no chão, colocando as mãos sobre o joelho.

2 – Respire pausadamente procurando relaxar interiormente. Mantenha a coluna reta sem tensões. Procure soltar e relaxar toda a musculatura do corpo.

3 – Inicie uma série de respirações rítmicas em quatro tempos: inspirar, reter, expirar, reter. Ao inspirar, visualize a inspiração de prana ou luz dourada; ao reter, leve a luz até o seu coração; ao expirar, considere que está precipitando, em seus corpos inferiores, a luz dourada que é expelida pelo chacra coronário como um chuveiro de luz; ao reter pela segunda vez, visualize que a luz dourada que você precipitou em seus corpos inferiores vai se expandindo. Na continuidade da respiração, ao expandir procure estender a luz formando uma aura dourada de cerca de três metros, ficando o seu corpo físico como um epicentro.

4 – Se você estiver praticando a meditação em grupo, ao visualizar a aura de luz de três metros considere que esta luz se funde com a luz dos seus companheiros e que ela contribui para a formação de uma grande esfera de luz. Se estiver meditando isoladamente, visualize que de sua aura dourada partem raios de luz dourada que alcançam outras pessoas que como você meditarão isoladamente. Se não conhecer ninguém, visualize a conexão com outros pontos de luz, formando uma luz maior.

PURIFICAÇÃO

Sem perder de vista a luz que você expandiu (seja em grupo ou isoladamente), visualize esta luz em você acordando o núcleo de todas as células do seu corpo físico. Imagine que esses núcleos se transformam em pequenas chispas de luz. Visualize todos os órgãos do seu corpo, seus ossos e seu sangue – todos os núcleos de células que os compõem – se transformando em luz. Imagine que essa luz toma conta de cada célula e que vai queimando todas as impurezas. Se você sofre de alguma debilidade física imagine que neste momento as chispas de luz das células realizam um processo curativo e que todos os seus órgãos estão curados.

Visualize o seu corpo etérico – o corpo que é constituído de uma série de linhas de forças – constituindo uma trama de luz e energia que tanto é exterior, como está conectada e transpassa o seu corpo físico. Visualize uma corrente de luz que circula por toda a trama, que a purifica e a ilumina. Veja a luz passando por ela como um líquido em um tubo, levando as impurezas e desmanchando “nódulos” (bloqueios energéticos).

Pense em seu corpo emocional – o receptáculo das suas emoções – onde ficam guardados os registros, as recordações de situações da vida e dos seus relacionamentos. Visualize o seu coração repleto de luz rosa, se sobressaindo da luz dourada que envolve todo o seu corpo físico. Imagine que essa luz rosa é apenas amor. Envie esse amor, primeiramente a você mesmo e, se amando e se reconhecendo como parte do todo que é todo amor, envie esse amor aos seus semelhantes.

Pense em seu corpo mental. O instrumento desse corpo é o cérebro. Imagine que ele é transpassado pela luz dourada e que dentro dessa luz, as águas da pureza o lavam, desconectando-o de tudo que é mundano. Veja-o se desligando das consciências das massas. Veja-o liberto da influência das formas-pensamentos erráticas. Veja-o como seu e peça que ele só veja a PERFEIÇÃO. De um modo geral peça a libertação da vaidade.

Perceba-se agora um todo, unificando seus corpos – físico, etérico, emocional e mental – em uma única sintonia de luz. Permita-se sentir um bem-estar interno, uma vibração de alegria e liberdade. Imagine-se como um ser que voa dentro da luz. Imagine que você é a própria luz.

Nessa meditação não há espaço para o ser separado. A purificação é um dos passos para a realização do grande trabalho cósmico que irá ser realizado durante o Wesak.

Isoladamente ou em grupo, imagine diversas linhas de energia emanando de você ou do grupo e conectando-se com outros grupos semelhantes espalhados por toda a face da Terra. Visualize a Terra repleta de grupos dourados, que as linhas de energia vão se interligando, formando uma grande rede de luz.

Concentre-se no Himalaia. Visualize um ponto onde está reunida a hierarquia do planeta. Visualize os mestres. Sintonize-se com a energia do Senhor Buda e do Cristo Maitreya.

Sinta profundamente a presença de sua alma. Sinta-se dentro de um campo de luz, de amor e de poder espiritual. Sinta a sua alma fundir-se na alma do grupo.

Visualize a alma do grupo fundindo-se com a alma da humanidade. Perceba que não há mais “eu e você”. Apenas um grande campo de luz viva e pulsante, pois Somos Todos Um.

Na presença desse grande campo de luz, procure “sentir” a presença do amado Senhor Buda, a presença dos mestres e de toda a hierarquia espiritual do planeta.

Imagine, com grande reverência, que surge em meio aos Grandes Mestres de Luz presentes, do Cristo Maitreya .

Tente sentir o amor do Cristo, quando este se prepara para invocar seu Grande Irmão, o Senhor Buda. Sinta-se uno com o grupo, imbuído desse grande amor. Deixe que o amor do Cristo se derrame em seu coração e sua alma.

Envolvidos pela imagem e pela energia do Buda, sinta-se preenchido com essa energia. Somos agora como um cálice transbordando, preparados para compartilhar desta energia. Todos somos, neste momento, servidores da luz, consagrando o nosso pensamento para a elevação de toda a humanidade.

Imaginamos agora toda a humanidade se iluminando sob a irradiação e recepção desta grande energia. Todos os seres humanos vão sendo envolvidos pela luz da sabedoria e da iluminação emanada pelo Senhor da Luz.

Imaginemos as forças da iluminação derramando-se por sobre o planeta, iluminando-o e elevando-o espiritualmente.

Imaginemos a Terra como uma grande esfera, sagrada e luminosa, como ela um dia há de se tornar.

Para que possamos reter essa energia conosco, para podermos atuar como distribuidores das bênçãos de Buddha, vamos todos entoar a GRANDE INVOCAÇÃO:

Do ponto de luz na mente de Deus

que flua luz às mentes dos homens,

que a luz desça à Terra…

Do ponto de amor no coração de Deus,

que flua amor aos corações dos homens,

que o Cristo retorne à Terra…

Do centro onde a vontade de Deus é conhecida

que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,

o propósito que os Mestres conhecem e servem.

Do centro a que chamamos a raça dos homens

que se realize o plano de amor e de luz

e sele para sempre a porta por onde entra o mal.

Que a luz, o amor e o poder

restabeleçam o plano divino sobre a Terra,

hoje e por toda a eternidade!

TEXTO: Irene Carmo Pimenta

Imagens: Internet:

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